segunda-feira, 25 de julho de 2016

O voo da águia

No pegar carona no voo dessa perigosa águia, já que estamos bastante familiarizado com os seus hábitos enquanto animal, por haver escrito uma obra ‘Revolta das Aves’, na qual e sobre as suas asas no parcimoniosamente aceitar os seus hábitos e assim no dar vasão aos nossos conjugados sentimentos, procedemos no denunciar questões ambientais, pelos mais diversos continentes desse maltratado planeta.
Desta feita e no acompanhar o lado guerreiro da sua ‘coirmã’, sob a bandeira de um hegemônico país, vamos e no pegar carona, viajar embasado em tramas, fatos e perseguições como e também ingerências em países, os quais não se ajustam aos seus ditames, seus ordenamentos enquanto nação.
Assim sendo iniciamos para o entendimento de alguns desajustados cidadãos brasileiros utopicamente envolvidos através das conversinhas das esquinas da vida, relacionada a nossa política interna e externa, quem de fato vem ao longo dos tempos tentando nos sufocar através dos seus ajustes e gerenciamentos junto aos que não aceitam o seu modelo de democracia dominante.   

O Brasil por haver procurado outros caminhos de democracia, no ajustar-se compreensivamente a outras nações, as quais não tão somente não concordam com e também não aceitam os seus gerenciamentos, como ocorre na velha-decadente Europa. 'Que seja observado os porquês da saída de um dos seus principais parceiros, parceiros formatadores do bloco’, no que e assim sendo, poderemos ficar mais a vontade nas abordagens de tão polêmicos assuntos, vivenciados nos nossos dia a dia, no presente nosso futuro, digamos; a vontade no presente e nas nossas futuras colocações, pelo fato de ao viajar através das nossas imaginações no pegar carona nas asas do seu símbolo maior e assim sendo, com certeza nos faremos melhor entendido, inclusive dos cidadãos e pseudos cidadãos brasileiros, os quais não querem ou teimam em não enxergar a origem dos até então perpetrados e combinados sutis golpes contra a modelada democracia brasileira, a qual vem caminhando sob os auspícios de uma envelhecida república, comandada através de representantes dos oligarcas modeladores de um passado e que temam em não enxergarem o país como parte de um mundo moderno, um mundo contemporâneo comandado por outras gentes, digamos que; por uma juventude ciberneticamente ajustada com a realidade dos novos tempos, uma juventude que enxerga o universo com outros conceitos, outros senão os seus próprios.

Por enquanto e em se tratando do assuntos, ‘sempre vigilante’, iremos paulatinamente seguindo adiante no abordar (em capítulos), tais realidades, realidades de pre supostos e conceitos, realidade de um novo tempo. Por> MM Souza.           

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