No
pegar carona no voo dessa perigosa águia, já que estamos bastante familiarizado
com os seus hábitos enquanto animal, por haver escrito uma obra ‘Revolta das
Aves’, na qual e sobre as suas asas no parcimoniosamente aceitar os seus hábitos
e assim no dar vasão aos nossos conjugados sentimentos, procedemos no denunciar
questões ambientais, pelos mais diversos continentes desse maltratado planeta.
Desta
feita e no acompanhar o lado guerreiro da sua ‘coirmã’, sob a bandeira de um hegemônico
país, vamos e no pegar carona, viajar embasado em tramas, fatos e perseguições
como e também ingerências em países, os quais não se ajustam aos seus ditames,
seus ordenamentos enquanto nação.
Assim
sendo iniciamos para o entendimento de alguns desajustados cidadãos brasileiros
utopicamente envolvidos através das conversinhas das esquinas da vida,
relacionada a nossa política interna e externa, quem de fato vem ao longo dos
tempos tentando nos sufocar através dos seus ajustes e gerenciamentos junto aos
que não aceitam o seu modelo de democracia dominante.
O
Brasil por haver procurado outros caminhos de democracia, no ajustar-se compreensivamente
a outras nações, as quais não tão somente não concordam com e também não aceitam os seus gerenciamentos, como ocorre na velha-decadente Europa. 'Que seja observado os
porquês da saída de um dos seus principais parceiros, parceiros formatadores do bloco’, no
que e assim sendo, poderemos ficar mais a vontade nas abordagens de tão polêmicos assuntos, vivenciados nos nossos dia a dia, no presente nosso futuro, digamos; a vontade no presente e nas nossas futuras colocações, pelo fato de ao viajar através das nossas imaginações no pegar carona nas asas do seu símbolo maior e assim sendo, com certeza nos faremos melhor entendido, inclusive dos cidadãos e pseudos cidadãos
brasileiros, os quais não querem ou teimam em não enxergar a origem dos até
então perpetrados e combinados sutis golpes contra a modelada democracia
brasileira, a qual vem caminhando sob os auspícios de uma envelhecida república,
comandada através de representantes dos oligarcas modeladores de um passado e que temam em não enxergarem o país
como parte de um mundo moderno, um mundo contemporâneo comandado por outras gentes,
digamos que; por uma juventude ciberneticamente ajustada com a realidade dos
novos tempos, uma juventude que enxerga o universo com outros conceitos, outros senão os seus próprios.
Por
enquanto e em se tratando do assuntos, ‘sempre vigilante’, iremos paulatinamente
seguindo adiante no abordar (em capítulos), tais realidades, realidades de pre supostos e conceitos, realidade de um novo tempo. Por> MM Souza.

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