domingo, 26 de junho de 2016

Lei dos desmontes

Não entendo como é que constitucionalmente a justiça federal permite que um presidente em mandato tampão detenha poderes na condição de provisório, manejar além de remanejar cargos de primeiro e segundo escalão, antes mesmos que seja oficialmente considerado a sua continuidade efetiva-confirmação definitiva no trono.
Que a verdade venha à luz do dia no relacionado a essa ‘arrumadinha constituição federal’, a qual fora ‘ajeitada’ imediatamente após a devolução dos ‘armados’, à democracia quase plena em andamento no país. Não se entende porque por ocasião da sua elaboração, não houve a participação efetiva além de efêmera da sociedade cível. Quer seja através de um publicito ou simples consulta popular. Que a verdade seja dita com todas as letras, a constituição federal promovida por ‘calouros constituintes’, deu margem considerara-la mais que uma cocha de retalho serviço daqueles que a modelara do que propriamente uma lei séria a serviço do seu povo, voltada para atendimento político-sociais do país.
No que entendemos que; Tudo que vem ocorrendo nessa barca em que se encontra a politica-administrativa atual, e nesse caso a barca cada vez mais a fazer água acredita-se tudo ocorrendo em decorrência dos retalhos constitucionalmente arrumado, por falta de compromissos claros além de transparentes, consequentemente se fosse gerado a partir dos desejos emanados do povo, como ocorrera recentemente na Inglaterra, oportunidade que e mesmo que tenha que provocar uma guerra de fato ou jurídica nacionalmente, prevaleceu às vontades do seu povo.
Assim sendo e no frigir dos ovos, pelo lado de cá do oceano, que ajuizados promovam se fazendo primeiramente, o país se respeitar e assim sendo entrando no seu bojo, respeito ao cidadão e assim sendo juridicamente fazendo as vezes de um país sério no evitar provocar desmonte ou detonação nas constituídas brechas das leis, no que e assim procedendo, o país será considerado além de respeitado universal e constitucionalmente um sério país. Por > MM Souza.

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