domingo, 21 de junho de 2015

Querem Politicamente Quebrar o País

Praça do Relógio (PS)  0, hora de sábado> 20/ 01/ 15.
Observa-se que as notícias que dizem respeito à economia do país quanto à possibilidade de em curto ou médio prazo haver recuperação rumo a normalidade, no que e nada disso se encontra ocorrendo no momento. Prova disso é que se observa nas páginas das mídias “não comprometidas”, no destacar a realidade dos fatos.
Não precisa ir muito longe por já ser visivel aos nossos olhos. Enquanto setores ligados ao agro negócio se encontram a todo vapor nos mais diversos rincões do país, o turismo interno mantido até então e as dura penas por parte das classes B e C, caiu violentamente nos últimos meses e por todos os locais que ofertam os seus atrativos turísticos.

No que a verdade seja considerada e como residimos em um dos locais de bastante demanda no ranking nacional, Porto Seguro, por sua vez nos períodos de alta, respira-se e na baixa, se mantém, cuja parcela da população sobrevive em função do do giro de dinheiro relacionado no girar de suas economias e consequentemente a girando também a receita do município e nesse caso, até os supermercados vem gradativamente pagando os seus consequentes preços.

No aproveitar de um bom momento “período junino”, no esperar que a economia do município desse uma aquecida, no entanto o que se observou no inicio do curto espaço-tempo da programação no receber os turistas, considerados por parte da população que sobrevive graças ao turismo, constatou-se pela sua movimentação no que deveria ser o “melhor dia”, sábado foi considerado pelos mesmos como um fiasco.

Observando-se que e mesmo o município vitrinando na tentativa de captar o maior número possível de visitantes, realizou um esforço muito grande na contratação de atrativos ligados aos festejos da época. Por sua vez alguns dependentes desse tipo de comércio consideraram o inicio do feriadão junino, como por aqui connsiderado pela baixa movimentação de dinheiro, como   “duristas”, em se tratando do consumo dos produtos disponibilizados, entre suvenires, hotelaria, alimentos e bebidas dente outros.

- Alguns relatos > Zete da cocada explorando o segmento cocadas da Bahia, revela na Passarela, a sua decepção no tocante ao movimento dos turistas no decorrer dos festejos juninos.

> Vanilda e Voneide - experientes irmãs atuantes no ramo de bebidas servindo coquetéis de frutas na tradicional “passarela do álcool”, relatam que no comparado a outros eventos, nesse ano o Santo João em nada ajudou. As quais e mesmo professando outro segmento religioso, não ligado ao festejo pagão, consideraram as mesmas que no dia da “largada da festa” o movimento ter sido fraquíssimo.



> Renato que labuta com diversidades de suvenires, apesar da sua eterna alegria, também não fez boa avaliação do movimento. Basta tão somente dar uma olhadinha e observar que o mesmo se encontra sentadinho no interior de sua barraca no esperar dos prováveis fregueses, coisa que normalmente não ocorre quando o comércio se encontra aquecido. 
Por MM Souza.   

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