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| Juiz Sergio Moro |
Feliz
ou infelizmente e no meu entendimento até então e antes das ações “isoladas” de
um magistrado, achava eu que o presidente da república constitucionalmente, se
encontrava acima de qualquer autoridade, mesmo as institucionalizadas.
Ledo
engano, a decepção além de frustação enquanto cidadão, na verdade me convenceu
que não é por aí na existência de outras autoridades, as quais na prática e no
agir nos seus ócios, dependia de consulta ao segmento nas suas atividades. Surpreso
também fiquei ao constatar que e mesmo fora dos limites de Brasília, aonde
achava que as decisões inerentes a nação deveriam sair dos pilares do planalto.
Quando
observo que um “corporativo” além de arredio deputado no comando da presidência
da Câmara Federal e no seu ódio pessoal corpóreo, acredito sem uma previa consulta
junto aos seus eleitores, posiciona-se contrario aos interesses da nação, ou
seja aos interesses da maioria e assim procedendo, carrega nos seus braços parte
dos interesses que deveria ser dos cidadão brasileiros, e o que é pior, como se
isso tudo não bastasse, o senado também carrega nos seus lampejos, ajustado com
o seu colega partidário do congresso, uma outra parte mapeada no contrariar e
sob penumbras das leis uma população que diretamente não o elegeu e desta forma
contrariando a outra parte de uma nação.
Assim
sendo, o presidente (a), torna-se além de refém, numa mera figura e nesse caso,
caberia “e nesse caso já na pratica existindo”, a convocação junto ao povo de
uma pesquisa ou mesmo plebiscito, no sentido de saber se gostaria de ver no
país funcionando o parlamentarismo.
Como
se ainda não bastasse toda essa barafunda, ainda entra em cena, a parte maior
da Policia Federal, por sua vez sob o comando de um juiz, o qual no agir
partidária e politicamente nos bastidores da justiça atropela as leis no
considerar pessoas reclusas se encontrando nas barras da cadeia, assim e desta
forma, vão contrariando e atropelando as leis constituídas. No que assim não
devia proceder em se tratando do santo ócio do oficio.
Mesmo
que fosse numa operação “para salvar o Brasil” e se nos moldes americano de
ser, cujas ações terminaram por detonar os facínoras a serviço de Al Capone, coordenados
que foraram no envolver a receita, ministério público e a policia maior investigativa do país.
Culminando com a justiça prevalecendo pela seriedade com que fora conduzida as
investigações desenvolvidas pelo FBI, no fazer justiça no cumprir os seus
deveres e obrigações na condição de servidores da nação.
Se
assim fosse procedido no nosso país, a população brasileira como um todo, com
certeza aplaudiria. Independentemente das suas ligações político-partidária. Por MM Souza.

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