terça-feira, 23 de junho de 2015

O POLÍTICO JUIZ SERGIO MORO

Juiz Sergio Moro
Feliz ou infelizmente e no meu entendimento até então e antes das ações “isoladas” de um magistrado, achava eu que o presidente da república constitucionalmente, se encontrava acima de qualquer autoridade, mesmo as institucionalizadas.
Ledo engano, a decepção além de frustação enquanto cidadão, na verdade me convenceu que não é por aí na existência de outras autoridades, as quais na prática e no agir nos seus ócios, dependia de consulta ao segmento nas suas atividades. Surpreso também fiquei ao constatar que e mesmo fora dos limites de Brasília, aonde achava que as decisões inerentes a nação deveriam sair dos pilares do planalto.

Quando observo que um “corporativo” além de arredio deputado no comando da presidência da Câmara Federal e no seu ódio pessoal corpóreo, acredito sem uma previa consulta junto aos seus eleitores, posiciona-se contrario aos interesses da nação, ou seja aos interesses da maioria e assim procedendo, carrega nos seus braços parte dos interesses que deveria ser dos cidadão brasileiros, e o que é pior, como se isso tudo não bastasse, o senado também carrega nos seus lampejos, ajustado com o seu colega partidário do congresso, uma outra parte mapeada no contrariar e sob penumbras das leis uma população que diretamente não o elegeu e desta forma contrariando a outra parte de uma nação.

Assim sendo, o presidente (a), torna-se além de refém, numa mera figura e nesse caso, caberia “e nesse caso já na pratica existindo”, a convocação junto ao povo de uma pesquisa ou mesmo plebiscito, no sentido de saber se gostaria de ver no país funcionando o parlamentarismo.   
Como se ainda não bastasse toda essa barafunda, ainda entra em cena, a parte maior da Policia Federal, por sua vez sob o comando de um juiz, o qual no agir partidária e politicamente nos bastidores da justiça atropela as leis no considerar pessoas reclusas se encontrando nas barras da cadeia, assim e desta forma, vão contrariando e atropelando as leis constituídas. No que assim não devia proceder em se tratando do santo ócio do oficio.

Mesmo que fosse numa operação “para salvar o Brasil” e se nos moldes americano de ser, cujas ações terminaram por detonar os facínoras a serviço de Al Capone, coordenados que foraram no envolver a receita, ministério público  e a policia maior investigativa do país. Culminando com a justiça prevalecendo pela seriedade com que fora conduzida as investigações desenvolvidas pelo FBI, no fazer justiça no cumprir os seus deveres e obrigações na condição de servidores da nação.

Se assim fosse procedido no nosso país, a população brasileira como um todo, com certeza aplaudiria. Independentemente das suas ligações político-partidária. Por MM Souza.

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