sábado, 23 de maio de 2015

Telhado de Vidro

Ao defender a MP 665, que torna mais rígido o acesso ao seguro-desemprego, o senador Donizeti Nogueira (PT-TO) lembrou-se do Proer, criado pelo ex-presidente FHC em 1995, que injetou R$ 30 bilhões do Tesouro em bancos privados que depois faliram; "Quem implantou um programa para socorrer o Banco Marka [Proer], através do vazamento de informações para beneficiar os 'amigos', como e também no apagar das luzes quando de sua saida da governança queria e a todo custo privatizar a Petrobrás, ou melhor dizendo presentear e a custa de que lá se sabe, como o fizera com a Vale do Rio Doce, cujo grupo estrangeiro beneficiário até hoje rir da nossacara. Como é que um cidadão desse tem moral pra vir falar e criticar o governo do PT, o qual por sua vez e por 12 anos promoveu as maiores conquistas sociais e trabalhadora desse país", afirmou; "Será que já se esqueceram que o salário mínimo não chegava a cem dólares e a inflação era de 13%, com juros de 26%?", questionou Donizeti.

Se trata de uma dura resposta do citado senador ao ex- FHC, o qual até parece após alguns anos de ostracismo que e no "oportuno momento", na tentativa de tentar criar visibilidade, após se passarem 10 anos de governança do PT, período em que o mesmo mais parecia não está nem aí para a política e muito menos para o Brasil, parecendo também se encontrar satisfeito por ter sido presidente por dois mandatos seguidos e assim sendo se aposentando com as suas “gorduras’ conseguidas através da política e no gozar das benesses do seu AP localizado na capital parisiense.

Ora, ora gente me deixe, quieto, não estou aqui para defender os bons bocados de quem quer que seja e muito menos por azeitona na empadinha de ninguém cujas beneses foram conseguidas através da política. Eu cá com os meus botões na condição de trabalhador e por mais de quatro décadas no alimentar dos meus “sonhos”, aposenteime com pouco mais de um salário mínimo e nem mesmo assim, vivo a reclamar da vida ou da sorte. Diferentemente desses que se deram 'oportunamente bem' e a custa sabe lá de que, aliás, das coisas conseguidas através da política, coisas que a maioria dos cidadãos brasileiros por mais inguinorante que seja, sabe e muito bem como conseguem, principalmente os que vivenciam sob as benesses no se locupletarem nos seu vivenciar do dia a dia no planalto central.
Ora, ora (repito), "Me deixem quetinho cá com os meus botões". Por hoje em se tratando do assunto, chega. Por MM Souza.   

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