quinta-feira, 14 de maio de 2015

Ecônomia > Cuba - Brasil & Brincs.

Ex Guerrilheiro
Publicado no jornal cubano Granma, o texto afirma que a aliança entre “as duas grandes potências”, Moscou e Pequim, é capaz de barrar as perigosas tendências mundiais (“agressões e guerras”) que ameaçam a própria existência da humanidade, “já ameaçada com a escassez de água e alimentos para bilhões de pessoas em um breve lapso de tempo”.

O irmão Fidel

Achei essa matéria interessante por e no evoluir da história contemporânea, se analisada com transparência e sem paixão política do lado A ou B, na verdade feliz ou infelizmente a força militar da Rússia e da China foi determinante para manter os Estados Unidos longe de Cuba por mais de cinco décadas. Uma Cuba outrora considerada como o seu quintal. No que achei mais interessante ainda no observar o conteúdo geral da publicação por incrível que pareça, a aliança firmada antes do vencimento do primeiro mandato da presidente Dilma envolvendo as consideradas emergentes nações, na oportunidade ficar acordado no finalizá-la, dentre outras ações em conjunto, a criação de uma instituição financeira denominada BRINCS, envolvendo as duas maiores populações do mundo “se olhado do ponto de vista comercial”, nota dez para a diplomacia brasileira e do ponto de vista respeitabilidade militar, ainda entra a Rússia pelo meio.

Bom - certo é que no fazer parte da composição do denominado grupo BRINCS, o Brasil e mais as outras nações que compe a parceria, Rússia “por sua vez juntamente com a China, consideradas no momento, os maiores parceiros comerciais do Brasil, mormente na área agrícola", atualemnte considerada um dos carros chefes da economia brasileira. E ainda vindo de lambuja, Índia- segunda maior população mundial e África do sul, estrategicamente pontuando como a defensora do equilíbrio envolvendo todo um continente.
O presidente

No que essa parceria se torna muito importante para o Brasil e olha que a criação do Banco Mundial BRINCS, “ainda em andamento” envolve capital inicial da ordem de mais de 100 Bi. E assim sendo deixando o Tio San, via FMI, de cabelo em pé e conclusivamente irritado.

Em se tratando do Assunto, vamos por hora ficando por aqui com o nosso “até oportunamente”. Por: MM Souza

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