Como ocorrido e depois
comprovado que as lideranças mentoras do denominados “Passe livre”,
comprovadamente alimentados por siglas partidárias de extrema esquerda, os quais
e como se atores fossem, comandaram junto as massas convocando-as para irem para
as programadas “passeatas” ocorridas nos quatro cantos do país e sob a
denominação “Passe Livre”, cujo resultado já se sabe. Bastante gente machucada
patrimônios público-privados danificados e uma pessoa morta (cinegrafista da
Rede BAND). Algumas das suas lideranças foram presas e judicialmente soltas.
Isso sem contar que a sua principal líder (Sininho), após ser presa e libertada e ao ser reconvocada para retornar a cadeia, se evadiu sumindo na
lapa do mundo e até hoje não se sabendo o seu paradeiro.
Agora surge um novo factoide
“libertário” via terceiro turno das eleições, cuja eleição para esses ainda não
acabou ou no mínimo tentam estabelecer através dessas movimentações, consideradas
“guerrilheiras”, os quais convocam incautos e alguns que se acham "na boa fé"
irem para as ruas no atendimento aos seus chamamentos alimentados por certos veículos
de comunicação, os quais sustentam e alimentam os seus “exércitos”, os quais pregam
ideologicamente a política “do quanto pior melhor” .
Assim sendo e como as lideranças dos outros movimentos
foram desmascarados, surge uma nova liderança e com novo discurso do “Vem para as ruas”.
Observem só de quem se trata conforme matéria veiculado nesse final de
semana reproduzida pelos veículos alimentadores da "guerrilha urbana" publicada também na página Brasil 24/7:
> 247 - O empresário Rogerio Chequer, de 46
anos, apontado como líder do movimento Vem pra Rua ganhou um alentado empurrãozinho
de alguns veículos de comunicação públicos e privados.
O qual neste
final de semana, foi o entrevistado das páginas amarelas, de Veja e no domingo
(22/03) estará no Roda Viva, da TV Cultura, ligada ao Tucanato, governo
paulista. Aparentemente, o objetivo é manter acesa a chama das manifestações do
último dia 15 de março – a próxima está marcada para 12 de abril.
Nas páginas de Veja, Chequer foi incapaz de apresentar uma única e singela ideia. Apenas repetiu chavões como "o gigante acordou e não irá mais dormir". Qual a agenda do Vem pra Rua? Talvez nem ele saiba, a não ser atuar como um instrumento para a derrubada de um governo legitimamente eleito: o da presidente Dilma Rousseff. Resumo de uma matéria publicada pela Página > Brasil 24/7.
Fico indignado quando vejo um
anônimo cidadão “com tempo para confeccionar e postar milhares de bannere’s diuturnamente
nas redes sociais convocando o povo para irem às ruas. E o pior, que mesmo contando
com uma pequena fatia dos “perdedores da verdadeira eleição” conseguem criar
visibilidade fomentados que são pela massiva chamadas disponibilizadas pelos veículos
de comunicação pregadores da discórdia.
Postado Por MM-Souza.

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