sábado, 26 de dezembro de 2020

Minimamente um ato genocida

Ato genocida

47 - Em mais um gesto de completo desprezo pela população, Jair Bolsonaro disse neste sábado (26) de dezembro de 2020, Em declaração manchetada que; “não dou bola pra isso”, ao ser questionado sobre o atraso do Brasil perante outros países que já imunizam em massa suas populações contra a pandemia que graça pelo mundo. 

 “Ninguém me pressiona pra nada, eu não dou bola pra isso. É razão, razoabilidade, é responsabilidade com o povo, você não pode aplicar qualquer coisa no povo — comentou, durante passeio por Brasília nesta manhã”, disse ele, como publicado no jornal O Globo. 

A reportagem ainda destacou que, num ritmo lento, o Brasil não aprovou nenhuma vacina até o momento. Nenhuma fabricante solicitou pedido de registro emergencial ou definitivo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Os anais da história futura naturalmente que guardará no discorrer dos seus caminhares, em passagem pelo Brasil político-administrativo nomeando-a como uma ação coletivamente suicida. Mais aí se pergunta: Como o atualmente presidente da República Jair Bolsonaro, no seu descredenciamento como eleito presidente junto a parcela maior da população, incluindo os não votantes e arrependidos. Oportunidade que e com desdém e desprezo, respondera, ‘E aí?” Como também a história contará “por qual razão exceto movido pelo disseminado articulado ódio, silenciosamente executado advinda do outras hemogênicas plagas. Cujo ato conseguiu poluir a mente de parte da população brasileira que desejava mudanças de governantes “até mesmo e se necessário fora das urnas”. E como o ato foi sutilmente planejado, pegou parte da população de calça curta, movida pelo derramado ódio, no colocar o até então anônimo mero deputado, “Bolsal” no poder central da nação e com toda honrosa pompa.

Finalmente será que esse povo que o elegeu vai simplesmente pedir desculpas aos milhares de pessoas por conta das suas irracionalidades que confirmou seu voto, principalmente as suas até então principais vítimas, fruto das suas irreverentes irracionalidades vitimadas pela pandemia? Por MM Souza.

  

    


 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Eleições para prefeituras e Câmaras de vereadores ainda por decididas em alguns estados.

Até parece que vivenciamos num país de plena democracia, quando e na verdade vivenciamos num país das “mentirinhas eletivas as quais mesmo que mau contadas dera certa”.

Copiado em parcimônia com alguns “aloprados e apátridas”, dera certa e vivenciamos nos dias atuais, num país que hoje fala-se uma coisa e amanhã outra e desta forma vamos andando na contramão da história democraticamente agindo e falando.

Desta forma vamos passando uma borrachinha nos anais da história do passado e se adequando ao contemporâneo, ocasião que as mentiradas de ontem se transformam nas verdades de hoje, desde que afirmado por uma “bipolar qualquer sedimentado nos bastidores e palanques da pseudas atual democracia em andamento no pís”.

Através desses expedientes fora modelada “em tempo inventado”, as eleições municipais procedidas nos últimos dias, finalizando-a como segundo turno, no final do corrente mês. Oportunidade que as farofadas de sempr continuam convencendo a incautos e midiotas que a eleição é verdadeira e assim as enganações continua se perpetuando no poder. Apenas com uma  ressalva, as mentiradas bem contadas continuam a serviço “como num passado”, mesmo que contada na forma e formato de palanques de um passado continuam prevalecendo.

Assim sendo “gregos e troianos continuam ludibriados e como dantes nos quartéis dos senhores Abrantes, acreditam que como dantes nos quaréis  dos senhores “coronéis” Abrantes.

Enquanto isso, vamos sendo enganados e achando que tudo se encontra nos conformes além de certo e nos seus devidos lugares. E aí é que a porca dorce o rabo, no que afirmamos; é aí que a mesma torce o rabo. Êita mundão. Por > MM Souza.   

 

 


 

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Quem vencerá os partidos ou o eleitor?

Nas caminhadas pelas estradas da vida e num momento “emergencial” no passar pela capital do estado (BA) observo que; a política localmente não se encontra com pontuais diferenciais no seguir para reta final na realização do anunciado embate.

Assim sendo e ao caminharem de braços dados por conta de uma providencial pandemia mundo a fora. Na verdade, se tratando de arquirrivais inimigos políticos envolvendo a esquerda e a direita volver, notadamente o prefeito ACM Neto (DEM) e o atualmente governador do estado Rui Costa (PT). Os quais e num momento como esse, conseguiram se sentarem á mesa que somente servia como suporte de apoio no buscarem e respostarem encrencas políticas diuturnamente.

Ganhou a civilização, ganhou a população soteropolitana resultante da “conveniente” união de ambos no relacionado unicamente a pandemia virótica COVID-19 e quanto às eleições municipais, ambos disputam acirrado corpo a corpo. Os seus potencialmente indicados pela Major-Denice (PT) e pelo lado do Prefeito ACM Neto (DEM), o seu indicado é Bruno Reis.

E assim, aconteça o que por maior que seja a disputa, a democracia continua ganhando em nome do estado e do município enclave da grande salvador. Por-MM Souza.

        

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Reta Final Para Eleições Municipais

- Passadas as preliminares e inicio das campanhas para eleições municipais aproximando-se do mês das decisões em conformidade com o que anuncia as prerrogativas do TER, as quais além das composições e lambanças envolvendo velhos e arquirrivais adversários políticos espalhados pelo país, aqui na região não está diferente, principalmente as existentes no eixo em que atuamos no ócio do ofício envolvendo Sitio e Costa do Descobrimento, notadamente envolvendo os mais influentes do enclave, correspondendo aos municípios de Porto Seguro e Eunápolis (BA).

Observa-as no atual estágio ou afunilamento, “como queira”, que no município de Porto Seguro, velhos adversários envolvendo Pintos e galos velhos, digo; as famílias, Pintos e Oliveira. Velhos adversários acostumados lavarem roupas sujas nas suas respectivas lavanderias, voltara-se e por força de contingência do atualmente e oportuno momento, oportunidade quem fala mais alto é o COVID, sendo os mesmos obrigados a sentarem-se à mesa das negociações e assim, obrigados a alinhavarem costuradas e conchavadas negociações.

Sendo assim, não se sabendo ainda os prováveis futuros eleitos na briga disputa pelas chaves dos cofres dos respectivos municípios. Incluindo as chaves dos cofres dos municípios de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália atualmente sob domínio administrativo e político dos Oliveiras.

Por outro lado, no município de Eunápolis, não é diferente e cuja disputa envolve a dupla a qual já se considera antecipadamente eleita envolvendo o patriarca e atualmente prefeito do município Robério Oliveira. Por sua vez se tratando do marido da que deveria ser primeira dama, atualmente gestora do município de Porto Seguro prefeita Cláudia Oliveira. E cujo principal adversário na briga pela posse das chaves, envolve o ex-prefeito Ernesto Paulo Dapé e cuja candidata é a sua mulher Cordélia Torres.

Certo é que entre alinhavadas e complicadas costuras envolvendo partidos tidos como “das boquinhas”, os quais fazem tradicionalmente parte das jogatinas de bastidores, atuantes na condição de “beques de espera”, aproveitando-se quase sempre das sobras das raspas dos tachos, infelizmente.    

Cujas candidaturas muitas das vezes anunciadas como eleitas, se achando vitoriosos antecipando seus nomes como " o já ganhou", escolhidas como futuros gestores pós-eleições. As quais ocorrerão em primeiro turno, a partir do dia 15 do anunciado próximo mês.

Esquecem no entanto, que aparece como uma terceira via, apresentando um modelo de gestão diferenciada modelado nas modernidades empreendedoras à bem resolvida empresária, Elisabete Checon, a qual nos seus propósitos promove no seu bojo de divulgação, uma proposta diferenciada, como modelo inovador de administração pública. E que poderá surpreender, caso os eleitores resolvam provar algo diferenciado em se tratando de gestão publica sintonizada com as inovações modeladas conceitualmente nos novos tempos.

No mais é esperar para ver, ninguém poderá se considerar eleito antes da batida dos martelos dos conscientes eleitores. Por MM Souza.

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Campanhas políticas no compasso de espera

 

Manifestações Políticas Ilustrativamente Google 

Quem diria, no passado uma campanha para as eleições municipais não demorava menos que três meses, no envolver estruturas administrativas, palanques, trios elétricos e os cambaus e hoje faltando pouco mais de 30 dias para a realização da primeira rodada do pleito parece, “exceto em algumas situações”, nem parecer que estamos num ano eleitoral, mesmo a data oficial sendo esticada em função da pandemia.

Exceto alguns gatos pingados com bandeirinhas em exposição nas calçadas geralmente nos logradouros comerciais de alguns municípios e a distribuição de muito santinhos, repassados por um exercito de candidatos a vereança, os quais na sua grande maioria na espera de uma boquinha  na futura administração, caso o seu pleiteado saia-se bem nas urnas.

No mais, exceto os horários eleitorais disponibilizados pelo TRE, “por conta da gratuidade”, nem mesmo um carrinho de som se observa pelas ruas das cidades e nos seus interiores. Ou seja; as campanhas estão mais modeladas  para uma reta final, pelo fato de no momento anunciarem apenas algumas plataformas disponibilizadas nas redes sociais e outras tantas implementadas pelo zero oitocentos, além de muitas conversas nas equinas da vida.

- Bom está aí dado o recado no relacionado a realidade dos fato. No mais é esperar o que vem por aí já que o primeiro turno acontecerá no dia 15 de novembro e caso haja segundo turno em algumas cidades, acontecerão no máximo no final do anunciado mês. E aí se observa que o final do ano e por conta da pandemia, somente restará ao Papai Noel "por conta dos vinhos", uma braba ressaca. Por> MM Souza.


terça-feira, 13 de outubro de 2020

Política & Políticos

Eleições municipais
Como em Eunápolis, oportunidade que se apresenta como “prováveis” eleitos, a não ser que surja entre os poucos “menores” que se anunciam fazer a diferença, “mesmo sem a menor chance”, conseguir chegar ao pódio na reta final da eleição na condição de postulante ao cargo de gestor público, em substituição ao atual e candidato a reeleição Robério Oliveira e mais duas candidatas mulheres, Bel Checon e Cordélia Torres.

No município de Porto Seguro além do resultante do ajuntamento reunindo os Pintos e a atualmente prefeita Cláudia Oliveira, o ex e atualmente deputado Jânio Natal e Paulinho Tôa Tôa além de “correndo por fora, o homem da hotelaria correndo por fora como se um azarão fosse, o politicamente desconhecido Luigi Rotunno, seguidos por outros como Lívia Bittencurt e por aí vai.

Com certeza dai dessa salada sairá o eleito, mesmo saindo na condição de “farinha do mesmo saco” politicamente a chapa união Pintos e Oliveiras. Cuja prefeita impôs como condicionante no selarem a união, indicando como vice uma eminencia parda do seu staf, o publicamente desconhecido Mauricio, saindo na cabeça o atualmente deputado federal Uldurico.

Certo é, por se tratar os municípios envolvendo as velhas raposas das politicas locais, os quais antes mesmo de partirem para a contenda, já se achando eleitos, existindo, entretanto pelos meios dos caminhos duas figuras com propostas e propósitos diferenciados, se tratando no município de Eunápolis da candidata Bel Checon e de Porto Seguro Luigi Rotunno. Por >MM Souza.



sábado, 3 de outubro de 2020

Porto Seguro a política e eleição

Quem diria arquirrivais inimigos políticos no município de Porto Seguro, com os seus atrativos turísticos carreados pelos famosos Caraíva, Arraial e Trancoso e das suas badaladas praias do litoral norte. Uma vez mais e no oportuno momento, velhas raposas políticas, as quais por incrível que pareça estão se unindo. Será por conta do COVID? Será que o caixa baixou e os dim dins ficaram escaços?

Bom isso são apenas suposições porque os bastidores e correligionários, jamais imaginaria uma união envolvendo Pintos e Oliveiras. Ora pois, pois; não é que a prefeita Claudia Oliveira na insistência de colocar “um anônimo desconhecido da população votante”, um dos seus diretos assessores como o seu indicado candidato a prefeito, o qual na falta de visibilidade perante o público votante, enxergando  há tempo que não decolaria, preferiu compor com um dos Pintos, o deputado federal Uldurico Jr, o qual e abraçado pelo seu tio hoje politicamente desgastado Ubaldino Junior, que por sua vez, após muitas lambanças como gestor e duas eleições perdidas, sentaram-se na mesa atuando como mediador o governador do estado Ruy Costa.

Daí então e diante de uma inusitada decisão se encontram unidos no partir para cima da também raposa, ex um monte de coisas e atualmente deputado Jânio Natal. O qual por sua vez também teve que unir-se ao empresário do segmento turístico, Paulinho do Tôa Tôa, o qual anunciava sair com candidatura própria.

E por último com chance de pontuar “correndo por fora”, o também empresário do segmento turístico Luigi Rottuno. E não ficando por aí não, existem outros candidatos que acreditam fazerem suas diferenças como; Lívia Bittencourt (PT) e Chico Cancela (PSOL).

Pelo andar da carruagem entende-se que essas conchavadas alianças após as eleições, com certeza vai dá muito pano para manga e aí com certeza quem perderá será não tão somente o município como um todo, principalmente à sua população. Por MM > Souza.