- Passadas as preliminares e inicio das campanhas para eleições municipais aproximando-se do mês das decisões em conformidade com o que anuncia as prerrogativas do TER, as quais além das composições e lambanças envolvendo velhos e arquirrivais adversários políticos espalhados pelo país, aqui na região não está diferente, principalmente as existentes no eixo em que atuamos no ócio do ofício envolvendo Sitio e Costa do Descobrimento, notadamente envolvendo os mais influentes do enclave, correspondendo aos municípios de Porto Seguro e Eunápolis (BA).
Observa-as no atual
estágio ou afunilamento, “como queira”, que no município de Porto Seguro,
velhos adversários envolvendo Pintos e galos velhos, digo; as famílias, Pintos
e Oliveira. Velhos adversários acostumados lavarem roupas sujas nas suas respectivas
lavanderias, voltara-se e por força de contingência do atualmente e oportuno
momento, oportunidade quem fala mais alto é o COVID, sendo os mesmos obrigados
a sentarem-se à mesa das negociações e assim, obrigados a alinhavarem costuradas
e conchavadas negociações.
Sendo assim, não se sabendo ainda os prováveis futuros eleitos na briga disputa pelas chaves dos
cofres dos respectivos municípios. Incluindo as chaves dos cofres dos municípios
de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália atualmente sob domínio administrativo e
político dos Oliveiras.
Por outro lado, no município
de Eunápolis, não é diferente e cuja disputa envolve a dupla a qual já se
considera antecipadamente eleita envolvendo o patriarca e atualmente prefeito
do município Robério Oliveira. Por sua vez se tratando do marido da que deveria
ser primeira dama, atualmente gestora do município de Porto Seguro prefeita Cláudia
Oliveira. E cujo principal adversário na briga pela posse das chaves, envolve o
ex-prefeito Ernesto Paulo Dapé e cuja candidata é a sua mulher Cordélia Torres.
Certo é que entre alinhavadas
e complicadas costuras envolvendo partidos tidos como “das boquinhas”, os quais
fazem tradicionalmente parte das jogatinas de bastidores, atuantes na
condição de “beques de espera”, aproveitando-se quase sempre das sobras das
raspas dos tachos, infelizmente.
Cujas candidaturas muitas das vezes anunciadas como eleitas, se achando vitoriosos antecipando seus nomes como " o já ganhou", escolhidas como futuros gestores pós-eleições. As quais ocorrerão
em primeiro turno, a partir do dia 15 do anunciado próximo mês.
Esquecem no entanto, que aparece como uma
terceira via, apresentando um modelo de gestão diferenciada modelado nas modernidades
empreendedoras à bem resolvida empresária, Elisabete Checon, a qual nos seus propósitos promove no seu
bojo de divulgação, uma proposta diferenciada, como modelo inovador de
administração pública. E que poderá surpreender, caso os eleitores resolvam
provar algo diferenciado em se tratando de gestão publica sintonizada com as inovações modeladas conceitualmente nos novos tempos.
No mais é esperar para ver,
ninguém poderá se considerar eleito antes da batida dos martelos dos conscientes
eleitores. Por MM Souza.

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