terça-feira, 27 de outubro de 2020

Reta Final Para Eleições Municipais

- Passadas as preliminares e inicio das campanhas para eleições municipais aproximando-se do mês das decisões em conformidade com o que anuncia as prerrogativas do TER, as quais além das composições e lambanças envolvendo velhos e arquirrivais adversários políticos espalhados pelo país, aqui na região não está diferente, principalmente as existentes no eixo em que atuamos no ócio do ofício envolvendo Sitio e Costa do Descobrimento, notadamente envolvendo os mais influentes do enclave, correspondendo aos municípios de Porto Seguro e Eunápolis (BA).

Observa-as no atual estágio ou afunilamento, “como queira”, que no município de Porto Seguro, velhos adversários envolvendo Pintos e galos velhos, digo; as famílias, Pintos e Oliveira. Velhos adversários acostumados lavarem roupas sujas nas suas respectivas lavanderias, voltara-se e por força de contingência do atualmente e oportuno momento, oportunidade quem fala mais alto é o COVID, sendo os mesmos obrigados a sentarem-se à mesa das negociações e assim, obrigados a alinhavarem costuradas e conchavadas negociações.

Sendo assim, não se sabendo ainda os prováveis futuros eleitos na briga disputa pelas chaves dos cofres dos respectivos municípios. Incluindo as chaves dos cofres dos municípios de Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália atualmente sob domínio administrativo e político dos Oliveiras.

Por outro lado, no município de Eunápolis, não é diferente e cuja disputa envolve a dupla a qual já se considera antecipadamente eleita envolvendo o patriarca e atualmente prefeito do município Robério Oliveira. Por sua vez se tratando do marido da que deveria ser primeira dama, atualmente gestora do município de Porto Seguro prefeita Cláudia Oliveira. E cujo principal adversário na briga pela posse das chaves, envolve o ex-prefeito Ernesto Paulo Dapé e cuja candidata é a sua mulher Cordélia Torres.

Certo é que entre alinhavadas e complicadas costuras envolvendo partidos tidos como “das boquinhas”, os quais fazem tradicionalmente parte das jogatinas de bastidores, atuantes na condição de “beques de espera”, aproveitando-se quase sempre das sobras das raspas dos tachos, infelizmente.    

Cujas candidaturas muitas das vezes anunciadas como eleitas, se achando vitoriosos antecipando seus nomes como " o já ganhou", escolhidas como futuros gestores pós-eleições. As quais ocorrerão em primeiro turno, a partir do dia 15 do anunciado próximo mês.

Esquecem no entanto, que aparece como uma terceira via, apresentando um modelo de gestão diferenciada modelado nas modernidades empreendedoras à bem resolvida empresária, Elisabete Checon, a qual nos seus propósitos promove no seu bojo de divulgação, uma proposta diferenciada, como modelo inovador de administração pública. E que poderá surpreender, caso os eleitores resolvam provar algo diferenciado em se tratando de gestão publica sintonizada com as inovações modeladas conceitualmente nos novos tempos.

No mais é esperar para ver, ninguém poderá se considerar eleito antes da batida dos martelos dos conscientes eleitores. Por MM Souza.

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