domingo, 13 de dezembro de 2015

Meio Ambiente

Finalizada a Conferência sobre o meio ambiente com sucesso. 
Os resultados colhidos no final da conferência sobre  o meio ambiente (COP-21), terminou em tom comemorativo principalmente no relacionado ao seu problema maior, emissões de gases poluentes os quais provocam o efeito estufa. Após 13 dias de debates, representantes de 195 países chegaram a um consenso sobre o seu permanente controle. Oportunamente o primeiro-ministro britânico, David Cameron, considerou o acordo como um enorme passo para assegurar o futuro do planeta. Para Cameron, todos os países assumiram sua parte na luta contra as alterações climáticas.
Pela rede social Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ressaltou a importância do acordo e agradeceu a atuação da diplomacia norte-americana. "Isso é enorme. Quase todos os países do mundo acabam de subscrever o acordo de Paris sobre alterações climáticas".
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou que o Acordo de Paris sobre o clima é uma vitória para o planeta e gerações futuras. De acordo com Kerry, os países mandaram uma mensagem aos mercados sobre a direção correta que devem seguir para diminuir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente.
O representante da China na COP 21, Xie Zhenhua, considerou o acordo “justo, ambicioso e equitativo”. “A China felicita todos os países por este acordo, que não é perfeito, tem partes que podem ser melhoradas, mas nos permite avançar para responder ao desafio das alterações climáticas. Acabamos de escolher o caminho certo para o bem das gerações futuras”, afirmou. A China é o país que mais emite gases nocivos ao meio ambiente no mundo.
O Acordo de Paris, como foi chamado o documento final da 21ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), entrará em vigor em 2020. O documento prevê limitar o crescimento da emissão de gases de efeito estufa a 1,5°C, e a criação de um fundo global de US$ 100 bilhões, financiado pelos países ricos, a partir de 2020, para limitar o aquecimento global a 1,5°C.
O Greenpeace fala:
O diretor-executivo da organização ambiental Greenpeace, Kumi Naidoo, disse na última sexta feira (12), que a aprovação do texto final da Conferência Mundial do Clima (COP 21) sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa representa o fim da era dos combustíveis fósseis.

Ao fim da assembleia que encerrou a conferência sobre o meio ambiente, Naidoo defendeu que os investidores comecem a descontar o dinheiro de créditos obtidos com a redução da emissão de carbono para investir em fontes renováveis de energia. “O mais importante desta conferência é que a indústria dos combustíveis fósseis recebeu hoje a mensagem de que este é o fim da era das energias fósseis. Não podíamos imaginar que acabaríamos por conseguir um objetivo de limitação do aquecimento global a 1,5 grau Celsius [°C]”, destacou.

Em comunicado, a organização não governamental WWF defendeu medidas imediatas para reduzir a emissão de gases tóxicos. Uma das cláusulas do acordo, que entrará em vigor em 2020, prevê que os 195 países que participaram da COP 21 adotem medidas para limitar o aquecimento global a 1,5°C, mas não define quando o resultado deve ser alcançado.

O Acordo de Paris, como foi chamado o documento final da 21ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), entrará em vigor em 2020. A cada cinco anos, os países deverão prestar contas sobre as ações desenvolvidas para evitar que a temperatura global aumente mais de 2 graus Celsius. A redução do aquecimento pretende evitar fenômenos extremos como ondas de calor, seca, cheias ou subida do nível do mar.
* Com informações da Agência Lusa



Máfia Italiana e Máfia a brasileira

Foto meramente ilustrativa
 Seria muita burrice pensar diferente em se tratando dos episódios correlacionados a situação pela qual passa o “esquema político” da nossa amada pátria no momento. Observem só os diferenciais entre dois polos:
Lembro-me bem que na década dos anos 70, quando ainda iniciava no rádio jornalismo em Salvador (BA), oportunidade que a ditadura “jogava duro no relacionado aos seus opositores”, ocasião que e por sua vez, os italianos tinham por obrigação, dever de oficio e por cidadania, dar um basta na máfia enraizada por todos os segmentos da sua sociedade, mormente junto as instituições públicas e assim sendo comprometendo a funcionalidade democrática de sua estrutura político-administrativa.
Segmentos da sociedade local se organizaram. No que através de ações transparentes do Ministério Público entraram numa sangrenta guerra no sentido de enaltecer além de elevar positivamente o nome da importante nação, contada através da sua história.
Na ocasião ouve muitos sacrifícios entre prisões e de vidas incluindo juízes e promotores, cujos seguidores da baderna institucionalizada popularmente conhecida como Camorra, cuja violência ao extremo entre outras ações pertinentes explodiram carros bombas, ceifando vidas de magistrados, além de significativo número de carabineiros (policia local).
Foto meramente ilustrativa
Pois bem, estamos enfatizando e relembrando o episodio, no lembrar aos desmemoriados “cidadãos brasileiros”, no sentido de procederem comparativos e observarem que e no momento estamos, nas entrelinhas, vivenciando os mesmos episódios vivenciados pelos italianos. Com uma única diferença, só que e mesmo com  a disposição do juiz Moro, em comandar uma operação denominada  Lava Jato, ao passo que a italiana fora denominada “mãos Limpas” e no mesmo agir com imparcialidade, denotado através das sua ações, pesando a mão no lado segmentos políticos ajustados com o governo democraticamente eleito e não procedendo no trocar as faces das moedas, uma lado sendo literalmente ofuscado e o outro se mantendo mesmo maquiado no seu “brilho” artificial.
Assim sendo e se transparente fosse, com certeza muita gente do partido “que seria de apoio ao governo”, o qual e no agir na sutilidade “crocodilo”, publicamente deveria repassar afinação com o governo, na verdade, repassando os mesmos modos operantes como agiu Judas Escariotes no episódio “Cristo” nos bastidores, sempre camuflou um punhal no traírem a confiança de quem havia proporcionado certos condicionamentos enquanto parceiros.
Meramente ilustrativa
Assim e no decorrer do governo Lula mantiveram as suas espadas, suas garras, seus punhais as costas, ao passo que no decorrer do governo Dilma, fora a mesma mantida na condição de refém; primeiramente condicionada nomear seus páreas em importantes cargos públicos, os quais além de abocanharem importantes cargos, as presidências do senado e da Câmara de Deputados, obviamente sem contar com a presença do seu vice Michel Teme. Desta forma, estava dada à largada para a situação vexatória pela qual passa a eleita presidente Dilma Rousseff. A qual solitariamente, encontra-se num canto do ringue e sendo golpeada diuturnamente com luvas doze onças, e o que é pior, sem condições de organizar no momento, um contra ataque diante da sua vulnerável defesa.

Eu sou o cara...
No frigir dos ovos e sem maiores delongas, a bem sucedida operação Mãos Limpas a italiana, em nada serviu como bom exemplo para que a sua população se livrasse politicamente, das garras da máfia. Ao contrario da brasileira e no que tudo indica, possuem todo um condicionamento de se consolidarem no poder, casa saiam vendedores da contenda e assim sendo, o Cunha sairá como uma “ilustre” figura que provocou a saída da Dilma, além de daqui para frente, trabalhando para aniquilar de uma vez por toda o PT, será o mesmo perdoado pela Operação Lava Jato e assim sendo todos nós teremos que engoli-lo juntamente com os seus filhotes os quais advirão daqui para frente e assim sendo tudo continuando como dantes nos quarteis dos senhores Abrantes. Por > MM Souza.            

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

E o povo onde fica na ciranda política?

O povo brasileiro precisa urgentemente pensar e repensar a bandalheira que ocorre em Brasília, mormente no Congresso Nacional, segmentado e extensivo a outros setores da vida pública e nesse caso o povo precisa acordar no procurar instrumentos que controle os assanhados aloprados sedosos pelo poder, os encurralando e passando-os a limpo e se necessário, “no fio da espada”, o que não  pode é ficar de braços cruzados e esperando as coisas acontecerem no formato que está, ou acorda o povo ou os políticos terão que acordar para a situação atual e sujeito até mesmo a uma convulsão social se algo não for feito agora.

O que não pode é camadas da população sentar suas respectivas bundas em suas cadeiras e ficar a esperar o telejornalismo da Globo mandar “o faça isso e faça aquilo ou então fique quieto, porque a gente aqui te manipula e controlando tudo através da sua central jornalística. Programam até os momentos das pessoas irem para  suas janelas com as suas orquestradas frigideiras e no bater de colheres. No dia seguinte o circo tá armado e aí “com as pesquisas a bater nas portas reforçam isso ou aquilo”. No ditarem as suas ordens “não  se preocupe não que a gente estará aqui em eterno plantão para lhe manipulá-los quer seja antecedendo o programa de Ana Maria Braga e após as novelas da noite.
Assim sendo, enquanto provocamos e reproduzimos destemperados e aloprados a se engalfinham, “não se preocupe não porque no dia seguinte informaremos tudinho, certinho?”
Enquanto isso o Brasil estará na corda bamba lá fora, perdendo credibilidade e os brasileiros virando extratos de pó de m.... na visão de muitas nações, enquanto isso a economia  despenca, o desemprego se eleva e assim sendo, alguns mensaleiros seguem para as cadeias, ao passo que outros brigam esse agarram nas suas funções corporativistas no utilizarem todas as armas para não caírem nas delações. Enquanto isso a gente do lado de cá e nas praças a darem milhos aos pombos e quando não “na plateia comendo bananas que nem macacos de auditórios”
Finalmente e como palavra de conforto somente tenho e afalar é: ACORDA BRASIL! Por> MM Souza.


A velha e taradicional mídia manipuladora

Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias mais comuns de manipulação em massa através dos meios de comunicação de massa“
Noam Chomsky é um linguista, filósofo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, reverenciado em âmbito acadêmico como “o pai da linguística moderna“, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.(Fonte)
Chomsky elenca estratégias utilizadas diariamente há dezenas de anos para manobrar massas, criar um senso comum e conseguir fazer a população agir conforme interesses de uma pequena elite mundial.
Qualquer semelhança com a situação atual do Brasil não é mera coincidência, os grandes meios de comunicação sempre estiveram alinhados com essas elites e várias dessas estratégias para manipular diariamente as massas, até chegar um momento que você realmente crê que o pensamento é seu.
1. A estratégia da Distração
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio, ou inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes.
A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir o público de interessar-se por conhecimentos essenciais, nas áreas da ciência, economia, psicologia, neurobiologia e cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais“
2. Criar problemas e depois oferecer soluções
Este método também é chamado “problema-reação-solução“. Se cria um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja aceitar.
Por exemplo: Deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas desfavoráveis à liberdade.
Ou também: Criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos. (qualquer semelhança com a atual situação do Brasil não é mera coincidência)
3. A estratégia da gradualidade
Para fazer que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Foi dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas, neoliberalismo por exemplo, foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estratégia também utilizada por Hitler e por várioslíderes comunistas.  E comumente utilizada pelas grandes meios de comunicação.
4. A estratégia de diferir
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária“, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.
É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente.
Depois, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “amanhã tudo irá melhorar” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5. Dirigir-se ao público como crianças
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse uma criança de pouca idade ou um deficiente mental.
Quanto mais se tenta enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como as de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.”
6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e finalmente no sentido crítico dos indivíduos.
Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.
7. Manter o público na ignorância e na mediocridade
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão.
“A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível” de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores e as classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser revertida por estas classes mais baixas.
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade
Promover ao público a crer que é moda o ato de ser estúpido, vulgar e inculto.
9. Reforçar a auto-culpabilidade
Fazer com que o indivíduo acredite que somente ele é culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, suas capacidades, ou de seus esforços.
Assim, no lugar de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E, sem ação, não há questionamento!
10. Conhecer aos indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem
No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dominantes.
Graças à biologia, a neurobiologia a psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado sobre a psique do ser humano, tanto em sua forma física como psicologicamente.
O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Pedaladas do Cunha

Será que Deus vai ouvir as suas orações?
O feitiço está virando e conspirando contra o feiticeiro, pelas ações e num claro desrespeito; primeiramente a constituição do país e seguidamente ao povo brasileiro, principalmente os apartidários, como vem ocorrendo o “senhor” Eduardo Cunha, num dos seus insanos atos numa com[posição de irresponsabilidades na condução dos destinos da que deveria ser uma nobre câmara de deputados, o qual respaldado por seus fiéis companheiros, "escudeiros partidários e agregados', no perceber que a comissão da verdade preparada para destitui-lo do poder enquanto presidente da Câmara, enquanto parlamentar e consequentemente sujeito aos rigores da lei utilizada no sentido de fisgar perpetradores de má conduta-como o próprio, o qual além de se encontra enrolado e investigado por propinagens, também na condição de mentiroso, fora o mesmo citado em processo movido pela operação lava jato no utilizar as suas sujas mãos, metendo a mão no “jacá”, como diria o também aloprado e ex deputado Gefferson (PTB).

Certo é que, o cidadão vendo o cerco apertando a sua volta e no utilizar as suas artimanhas aprendidas nas oficinas do chifrudo e no realizar as suas pedaladas, tenta reverter o dispositivo que levara a comitiva partidária escolhida para julgar o afastamento da presidente Dilma, no que e assim sendo, montara uma outra comissão e ainda por cima, com poderes de voto secreto e cujo principal objetivo fora no sentido de afastar a "mulher" e nesse caso sem ser incomodado pela justiça e desta forma tudo continuando como dantes no quartel do senhor Abrantes e desta forma se livrando num futuro próximo, da operação lava jato, coisa que fatalmente terminará e até mesmo por questão de justiça, o levando para as barras daqueles que ousam desafiar a justiça.  
Obviamente e salvo se conseguirem derrubar a presidenta Dilma, oportunidade que somente sobrará ao povo brasileiro, a lama da escória parlamentar contada nos anais da história deste tão maravilhoso país, o qual infelizmente, boa parte dos seus cidadão não sabem coletivamente valorizá-lo.
Com certeza e em nome de um Deus supremo e soberano, não vai permitir que essas corjas reassumam a condução político administrativo e econômica da nossa amada pátria.  Por> MM Souza. 

  

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Presidenciavel Ciro Gomes

Ex ministro e ex governador Ciro Gomes
Observando as enfáticas colocações de Ciro Gomes (PDT), no relacionado a colação do seu nome como pré candidato as eleições presidenciais que ocorrerão somente em 2018, o qual e no sair em defesa do cumprimento da constitucionalidade mandato da presidente Dilma, claramente se manifesta contra a conspiração 'armada' pelos que deveriam na verdade serem os seus colaboradores (PMDB) e cujo interesse maior, é no sentido de derrubá-la e numa clara 'rasteirada' e assim sendo, procedendo o mesmo modelo de traição que fez com que Judas traísse o filho do amado mestre.  
Saiu o mesmo para o tatame  no colocar luvas 12 onças e desta forma partindo para o ataque colocando os traidores pemdebistas como verdadeiros marginais possuidores de livre trânsito, as margens do poder e desta forma, se posicionando na condição de conspiradores. Os quais deveriam serem leais companheiros, respeitando os direitos constitucionais que levara a presidenta Dilma ao planalto e muito pelo contrário, a colocaram na condição de refém, cercada partidariamente além da vice presidência, pelo senador Renan Calheiros e da mantilha de deputados que acompanha Cunha e como se estivessem a proteger como “soldados” do tráfico, os que lhe dão sustentabilidade, como fazem os inbecíes que dão proteção aos que andam a margem das leis  e da constituídas. 
Assim procedendo no contrariar as vontades além da legitimidade de uma pessoa lá colocada pela vontade do povo e se esse povo a traiu, foi por conta de visões distorcidas além de medíocre e culturalmente analfabeta, pessoas “diferenciadas” nas questões relacionadas ao discernimento na obediência aos respectivos papéis que representam enquanto cidadãos, se deixando levar e como se “paus mandados fossem”, pela mídia interesseira e corporativista.

Assim sendo o candidato Ciro Gomes, repassa perante a opinião pública, credibilidade por não haver no passado como homem público, deixado e até que se provo o contrário, qualquer rastro que venha denegrir a sua imagem além do seu caráter no tocante à indicação do seu nome como presidenciável, aliado ao fato do mesmo se encontrar preparado para a árdua tarefa de atuar na representação da diplomacia universal no representar o país como um todo. O qual e infelizmente, por culpa de aloprados partidários e perdedores nos votos, querem tomar o poder na “marra” e assim sendo, não bastando à situação em que se encontra a economia do país andando de marcha ré, imediatamente após uma estabilidade que perdurara por mais de uma década.

Naturalmente que esses irresponsáveis que lá no planalto foram colocados por sua vez, por irresponsáveis eleitores ”tanto quanto irresponsáveis como os próprios”. No momento e pelo andar da carruagem, tudo indica desejar os mesmos que o país mergulhe numa convulsão social incontrolável no  chegar a ponto de uma intervenção militar, coisa que nem mesmo os próprios se interessaria e se assim necessário proceder, será por conta da situação.
Só que desta feita “ocorrendo”, os mesmo em vez de correrem atrás dos chamados comunistas da época, (ano 1964), deverão ir atrás dos fomentadores atuais e puni-los severamente. Assim espera os conscientes e consequentes verdadeiros cidadãos. Por> MM Souza.

    

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Politicamente "um país dos carnavais"

Meramente Ilustrativa 
Sincera e particularmente enquanto cidadão e enquanto eleitor, pasmo fico e muitas das vezes até com os cabelos em pé, quando observo um país completamente vulnerável além de manipulável em certas camadas de sua população e assim denotando se tratar de um país ocupado por" inocentes cidadãos", os quais quase sempre são alvos fáceis nas mãos dos manobristas a qual cai facilmente em armadilhas promovidas por estes, como por exemplo, fascinaras envolvidos com as leis. Falamos de “cidadãos” do tipo Cunhas da vida, se tratando quanto ao mesmo de comprovadamente escória da sociedade e até que a justiça prove o contrario, se encontra como diria o ex deputado Jéferson "com as mãos no jacá" 
Cujas pessoas sem o menor discernimento aceita ou compactua com divisores de água sem discernimento do que é certo e o que é errado e assim sendo acabam por dar sustentabilidades a esses, cujas pessoas terminam por serem convencidas de que “o certo é o errado e o errado também certo”. E assim sendo, o seu Cunha (atualmente presidente da Câmara dos deputados), apoiado por segmentos da mídia golpista, além de setores sem escrúpulos ou sentimentos no seio da sociedade, sem compromisso com os seus deveres cívicos enquanto cidadãos, costumam dar “trela”, para esses infelizes, escória da sociedade e cujos páreas, num acinte ao Deus maior, alguns até mesmo sob capa de cidadão evangelicalmente ilibados, “homens de Deus”, respalda-os, "no caso do Cunha", acobertados por pseudos pastores, verdadeiros oportunistas postados nos eternos plantões das esquinas da vida”.
E cujo personagem em conformidade com documentação “extratos bancários” fornecidas por autoridades Suíças, comprovadamente, se trata de um meliante usurpador da consciência de adeptos, além de "doações", se locupletando dos cargos até aqui, ao mesmo conferido. Desta forma consegue o mesmo, provar para os inconscientes e inconsequentes pátrios cidadãos, que “uma até aqui respeitável cidadã” tenha a sua imagem execrada. Se tratando da figura máxima representante do país perante todos os fóruns e autoridades do mundo, conseguindo esse elemento, apoiado ”nas suas muletas” e no contar com o apoio de alguns capengantes cidadãos transvestidos de oposição, cujos elementos nitidamente tidos como golpista, consegue envolver, apoiados e apoiadores pelo país a fora. Desta forma e num cabal acinte a democracia duramente conquistada, o mesmo além de se achar acima da inteligência de todos os outros cidadãos, consegue atrair a atenção e constitucionalmente ocupado eleita que fora por maioria dos votos válidos dos pátrios cidadãos.
Jacarezão de papo amarelo
Obviamente que o “cidadão”, além de se encontrar tentando destitui-la também, procura se proteger das barras da justiça conjuntamente com os seus chegados, no que e no considerar a velha temática, tudo segue emanado pelos que lhe dá respaldo, “tudo continuando como dantes, no quartel do senhor Abrantes”. Os quais se vitoriosos, dirão “quebramos o Brasil, mais tiramos os petistas do poder”. Fazer o que né! “por se tratar de uma nação, além de democrática, também reconhecida internacionalmente como o país dos carnavais”. Valeu aí gente e até oportunamente. Por MM Souza.