quarta-feira, 29 de julho de 2015

Bonecos de Ventríloquos

Imagem meramente ilustrativa
Em minha opinião, tanto eu como outros concidadãos podem muito bem assistir as programações dos mais diversos veículos de comunicação do país sem incorrer no risco de ser contaminados por viros laboratoriais “programáveis” inventados pelos mais diversos meios de comunicação, mestres nas práticas dos absurdos no atuarem como corrompedores de ideias.
 Os quais se colocam a serviço de corporações políticas mesmo tendo que corromperem nas suas praticas diárias uma sociedade como um todo e assim sendo deprimindo os mais fragilizados e carente de atenções sociais. procedem esses como feito no passado, oportunidade que laudos e noticias reais eram omitidos em detrimento dos seus escusos interesses corpóreos.

Oportunidade que chips  foram implantados nas respectivas caixas de mensagens sociais desses infelizes cidadãos no atendimento aos seus interesses e assim criando uma massa de alienados inseridos no seio da sociedade como um todo, hoje atuando como escravos midiáticos, repetidores das suas mensagens os seus interesses, plantados nas equinas da vida, infelizmente.  Os quais como se bonecos de ventríloquos fossem, andam como "androides" repassando e divulgando as mensagens das suas respectivas conveniências, no que e na condição de cidadão lamentamos.

Os quais no fazerem parte de um contingente espalhados pelos mais diversos quadrantes do país e no haverem sido programados para atrapalhar processos ou procedimentos que venham através das suas ações pecaminosas contribuir para o sucesso midiático dos seus mandantes. Quer sejam eles analfabetos-ignorantes  ou simplesmente na condição de "paus mandados", infelizmente.
Aproveitam-se dos mais vulneráveis, além de menos informados no agirem "misturados' junto  aos bolsões existentes nos mais diversos criadouros de massas dos meios sociais a que pertencem espalhados pelos mais diversos quadrantes desse país, usados e abusados como se bonecos de ventríloquos fossem e no atuarem nas esquinas da vida.

No que se lamenta, afinal no contar com um contingente muito grande da população seme e totalmente analfabeta tornando-os vítimas potencialmente de um sistema venal e alienador no agirem como porta-vozes nas suas repetidas mensagens , oportunidade que  realidades sociais são omitidas além de distorcidas, disseminadas por esses bandos de corruptores sociais transformados parcimoniosamente em ventríloquos aos seus serviços político-midiáticos, infelizmente. Por: MM Souza.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Imprensa Mentirosa

Sordidamente algumas revistas cujos títulos pertence aos “lobistas” da comunicação nacional, os quais infeliz e ecologicamente são imperfeitos por não haverem ainda se tocado que o consumo maciço de papel está influenciando ecologicamente no contribuir para os desmatamentos no Brasil e no mundo.
Os quais se acham como os ban- bam- bans, por possuírem muito dinheiro e ostentações como no se sustentarem midiaticamente e a custa de muitos conchavos com governantes de um passado recente. Procuram os mesmos mancomunados com os irresponsáveis ultradireitistas, derrubar a eleita presidenta da república Dilma Rousseff.

No que lamenta-se esse tipo de comportamento, quando se sabe que usaram e abusaram dos seus  manipuladores poderes para desgastar e jogar não tão somente a presidente Dilma como também o ex-presidente Lula na lama. No que e assim procedendo, no afã de destruírem os “aloprados” petistas, querem levar e no cumprirem os seus objetivos o país como um todo para à  lama também.
Infelizmente esses e seus páreas, não tem compromisso com ninguém e muito menos com o Brasil. No que e para os mesmos é como dizia o personagem Justo Veríssimo, criado pelo falecido Chico Anísio. "Eu me dando bem, o resto que se exploda". Por > MM Souza.

sábado, 25 de julho de 2015

Telhado de Vidro

Deputado Eduardo Cunha
 O atualmente presidente da Câmara de deputados Eduardo Cunha, na tentativa de livrar a sua própria pele por também haver sido denunciado como propineiro, envolvido que fora na operação Lava Jato. Deseja o mesmo e a todo custo, que a presidente Dilma seja deposta para naturalmente encobrir além de “arquivar” a sua situação.
No que e baseado no conteúdo a seguir publicado por uma referenciada página, 24/7 Brasil, que e por sua vez indica o porque do desespero de Cunha na tentativa de derrubar e a todo custo, a eleita presidente Dilma Rousseff, observem a seguir:

> Por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal, o juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, está impedido de proferir qualquer decisão na ação em que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é citado; Lewandowski atendeu a um pedido da defesa do parlamentar, que deseja agilidade na decisão sobre a suspensão da ação penal em que Cunha foi citado por Júlio Camargo, um dos delatores do esquema de corrupção investigado na Lava Jato; Camargo, que representa o grupo Toyo Setal, o acusou de cobrar US$ 5 milhões; Cunha acusou Moro de violar prerrogativas da primeira instância e permitir o vazamento do depoimento em que ele, que tem foro privilegiado, foi mencionado. Por MM Souza.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Hotelaria Empreendedorismo em Ação

Portão de entrada da conhecida Costa do Descobrimento, a cidade de Eunápolis, atualmente e segundo dados do IBGE, dispõe de uma população superior a 100 mil habitantes, disponibilizando de uma rede de comunicação de destaque na região Extremo Sul do Estado da Bahia, envolvendo referenciadas emissoras de rádio e diferenciadas páginas na internet além de outros tantos expedientes do segmento.

Assim sendo o município como polo servidor de serviços no atendimento a alguns municípios que giram no seu entorno, assim como por suas proximidades com os limites divisórios envolvendo parte da região Norte do estado de Minas Gerais, consequentemente atende com os seus disponibilizados serviços, outros municípios localizados na citada região.
Com uma rede hoteleira que em nada deve no seu atendimento aos hotéis e pousadas disponibilizados ao fluxo turístico de Porto Seguro e adjacências. Contando o município com modernas instalações hoteleiras, incluindo os disponibilizados pela tradicional Família Moura local.

Desta forma, mantem Ivan Moura, à margem da rodovia BR101 o Hotel Plaza disponibilizando de infraestrutura de atendimento existente nos referenciados do segmento existentes em outras localidades mais adiantadas.
Conta também o grupo hoteleiro imediatamente após a saída da cidade sentido Porto Seguro (BA), rodovia 367, com o Hotel Oceania contando com atendimento diferenciado como e também, os  voltados para outros serviços. O qual além do conforto ofertado nos seus apartamentos, também disponibiliza de infraestrutura no atendimento aos mais diversos tipos de eventos.
 Por> MM Souza    

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Fim da mídia impressa?

Após o advento internet muitos periódicos impressos foram paulatinamente fechando as suas portas, no envolver pequenas estruturas e até grandes empresas responsáveis pela editoração de reconhecidos periódicos como por exemplo o Jornal do Brasil. No que e assim procedendo muitosprofissionais foram parar no olho da rua e desta feita, mais um entra no rol dos falecidos. E aí pergunta-se; e as revistas, até quando resistirão aos custos do papel, material indispensável e obviamente, se tratando do coração de qualquer empresa que lida com esse tipo de atividade.  

Dia 14 de Julho de 2015,um dia marcado por mais um coração midiatico que parou.

- O Grupo Ejesa anunciou o fechamento do jornal Brasil Econômico nesta terça-feira (14/7). A última edição deve circular na próxima sexta (18/7), embora haja uma negociação com os funcionários para que isso ocorra antes por "falta de clima" na redação.

IMPRENSA apurou que a empresa alegou problemas financeiros para decretar o fim do jornal. Recentemente, informamos que os funcionários dos veículos do grupo estão com salários e benefícios atrasados.
Com o fechamento do jornal, cerca de trinta profissionais, entre jornalistas e diagramadores, foram demitidos. Há ainda a expectativa de que os cortes também possam atingir a redação do jornal O Dia.
Os funcionários demitidos foram informados de que os vencimentos e a rescisão serão parcelados. Entretanto, uma reunião na noite desta terça (14/7) deve definir se aceitarão a proposta do jornal.
Procurado, nenhum representante do veículo foi encontrado para comentar o assunto. Reproduzido do 24/7 Brasil.



domingo, 5 de julho de 2015

Tempos das Delações não Midiáticas

Meramente ilustrativa
Como não nasci ontem, posso falar do seguido assunto e com muita propriedade. Iniciava, por volta dos finais dos anos sessenta-década inicial dos anos setenta, setor de redação de referenciada emissora de rádio da capital baiana “anos duros da propalada revolução”. No que reconheço hoje a atitude de alguns militares os quais resolveram reunir forças para tirar o país de uma provável guerra no sair do campo ideológico para e de fato, uma guerra civil institucionalizada.

Só que houve abusos e excessos dos que e sem nenhum patriotismo, procuraram se aproveitar do oportuno momento, no procurarem se dá bem em tudo falando. E o que foi pior, pessoas de altas graduações nas forças armadas e como também nas instituições federativas. Lembro-me muito bem que as notícias e opiniões pessoais além de vigiadas eram censuradas e quem quisesse que não obedecesse.

Nessa época, “época da revolução” as delações já existiam e saídas dos porões, sob gritos, pau de araras, chicotadas, humilhações, choque elétricos nas partes intimas das mulheres dos homens sequestrados a plena luz do dia em ruas e avenidas do país e levados para os porões no levarem beliscões nos seus respectivos “sacos” e cujo instrumento em vez das unhas, utilizavam afinadíssimas alicates

Pois bem naquela época, as delações nada tinham a haver com as de hoje, no que e quase sempre acontecem no atendimento às corporações paralelas que quase sempre navegavam num mar de fantasias ou lama mesmo no proporcionar aos fantoches uma constituinte formalizada no país e 
no atendimento dessas corporações, as quais mandam e desmandam enquanto outra não for procedida no país.

As delações dessa época, não era para defender ou acusar mensaleiros e sim para criminalizar pessoas com ideias contrárias politicamente falando de interesses corpóreos sustentados pela junta militar e ainda tem mais, as quais torturava e matavam, os delatados, em nome de quem mantinha limpeza da cidadania no país. Pessoas eram mortas das mais diversas formas e até jogadas “comentava” dos aviões da força aérea, por uma instituição criada no sentido de fazer e acontecer com os cidadãos e cuja denominação levava o nome de PARASAR’
Assim sendo, fiquem pasmos aqueles que não colocaram ainda as páginas das
histórias recentes do nosso mundo contemporâneo, imposta a um país como em muitos outros do continente, são atos alcunhado como revolução.

Por > MM Souza    

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O Poder da Toga e o Estado Democrático

 Já está mais do que na hora de voltar a valer um velho adágio: juiz só fala nos autos. O papel de celebridade não é apropriado para quem veste toga
Figura mitológica e meramente ilustrativa

Os direitos fundamentais e as garantias individuais estabelecidas pela Constituição da República de 1988 estão sob grave e séria ameaça.
A chamada Operação Lava Jato desencadeou um processo político que faz avançar o estado policial e suprimir os direitos das pessoas submetidas a procedimento investigativo, com claros contornos inquisitoriais.
A grande repercussão midiática do caso e quase sempre fruto de vazamentos seletivos e sem direito à defesa, irradia para todo o sistema de justiça um método perigoso e ilegal para a democracia, assentado, fundamentalmente, na espetacularização da justiça. Pouco importa, no caso, a decisão final com trânsito em julgado. Todos estão (pré) condenados, ainda que se prove o contrário.
O quadro é de total desrespeito e violação dos alicerces iluministas do processo e do direito penal. A condução da causa pelo juiz Sérgio Moro e o comportamento dos representantes do Ministério Público Federal – que já posaram de "Os Intocáveis" – e dos delegados da Polícia Federal fizeram com que este processo se tornasse um espetáculo político/midiático; verdadeiro vendaval repressivo e inquisitorial em pleno regime democrático.
E o direito à defesa, corolário e condição fundamental do devido processo legal, é cada vez mais cerceado. Comunicações entre acusado e advogado são interceptadas; arquivos dos advogados e suas estratégias de defesa são ilegalmente apreendidos e violados; audiências são conduzidas sem o devido respeito à defesa. Com isso, tenta-se convencer as pessoas de que o processo penal é um estorvo, pois o que importa é prender e condenar antes mesmo de julgar. É o que o processualista italiano Franco Cordero denomina de quadro mental paranoico do juiz, que, ao conduzir o processo, o faz sob o "primado da hipótese sobre os fatos" e passa a agir como voraz acusador.
O uso desmedido da prisão cautelar, encarcerando acusados primários, com endereço certo e sem fundamentação concreta, fere o princípio da presunção de inocência e reforça os alarmantes índices de encarceramento provisório no Brasil, na casa dos 40% do sistema penitenciário. O instituto da delação premiada, de questionável constitucionalidade, é utilizado como barganha e coação para a restituição da liberdade ilegalmente restringida dos acusados.
Tal quadro, para além de representar um acinte ao texto constitucional, notadamente no que toca ao devido processo legal e à ampla defesa, repercute em todo o sistema de justiça na medida em que a incessante repetição de atos violadores dos direitos dos acusados são noticiados e louvados como sinal de "eficiência" da prestação jurisdicional e como possível quebra na seletividade do sistema, ao se punir o "andar de cima". Cria-se uma nova e enviesada concepção de justiça: já que fazemos com os pobres, façamos também com os ricos.
Nada mais ilusório, no entanto. Desrespeitar os direitos individuais de qualquer pessoa, sejam daqueles pertencentes às classes sociais mais privilegiadas ou dos já habituais destinatários do sistema penal – os pretos e/ou pobres – é ilegal e contribui para o retrocesso civilizatório.
O combate à corrupção ou a qualquer espécie de ilícito é obrigação da autoridade constituída – e merece de nós todo o apoio – mas deve se dar nos termos da Constituição e da Lei e com o respeito aos direitos e garantias fundamentais dos acusados, e o seu exercício não deve e não pode ser seletivo, mas abrangente. Escolher certos alvos – partidos e personalidades – e ignorar outros vicia o processo e torna-o ineficaz e injusto.

Não há bem jurídico superior aos princípios da presunção de inocência e do amplo direito de defesa que possa justificar a sua inobservância.
Os que anunciam desejar "refundar a República" devem se candidatar a cargos eletivos e se submeter ao crivo do sufrágio universal. Essa não é a função de juízes e de procuradores. Já está mais do que na hora de voltar a valer um velho adágio: juiz só fala nos autos. O papel de celebridade não é apropriado para quem veste toga.
WADIH DAMOUS29 DE JUNHO DE 2015 > www. 24/7