domingo, 5 de julho de 2015

Tempos das Delações não Midiáticas

Meramente ilustrativa
Como não nasci ontem, posso falar do seguido assunto e com muita propriedade. Iniciava, por volta dos finais dos anos sessenta-década inicial dos anos setenta, setor de redação de referenciada emissora de rádio da capital baiana “anos duros da propalada revolução”. No que reconheço hoje a atitude de alguns militares os quais resolveram reunir forças para tirar o país de uma provável guerra no sair do campo ideológico para e de fato, uma guerra civil institucionalizada.

Só que houve abusos e excessos dos que e sem nenhum patriotismo, procuraram se aproveitar do oportuno momento, no procurarem se dá bem em tudo falando. E o que foi pior, pessoas de altas graduações nas forças armadas e como também nas instituições federativas. Lembro-me muito bem que as notícias e opiniões pessoais além de vigiadas eram censuradas e quem quisesse que não obedecesse.

Nessa época, “época da revolução” as delações já existiam e saídas dos porões, sob gritos, pau de araras, chicotadas, humilhações, choque elétricos nas partes intimas das mulheres dos homens sequestrados a plena luz do dia em ruas e avenidas do país e levados para os porões no levarem beliscões nos seus respectivos “sacos” e cujo instrumento em vez das unhas, utilizavam afinadíssimas alicates

Pois bem naquela época, as delações nada tinham a haver com as de hoje, no que e quase sempre acontecem no atendimento às corporações paralelas que quase sempre navegavam num mar de fantasias ou lama mesmo no proporcionar aos fantoches uma constituinte formalizada no país e 
no atendimento dessas corporações, as quais mandam e desmandam enquanto outra não for procedida no país.

As delações dessa época, não era para defender ou acusar mensaleiros e sim para criminalizar pessoas com ideias contrárias politicamente falando de interesses corpóreos sustentados pela junta militar e ainda tem mais, as quais torturava e matavam, os delatados, em nome de quem mantinha limpeza da cidadania no país. Pessoas eram mortas das mais diversas formas e até jogadas “comentava” dos aviões da força aérea, por uma instituição criada no sentido de fazer e acontecer com os cidadãos e cuja denominação levava o nome de PARASAR’
Assim sendo, fiquem pasmos aqueles que não colocaram ainda as páginas das
histórias recentes do nosso mundo contemporâneo, imposta a um país como em muitos outros do continente, são atos alcunhado como revolução.

Por > MM Souza    

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