![]() |
| Meramente ilustrativa |
Como
não nasci ontem, posso falar do seguido assunto e com muita propriedade.
Iniciava, por volta dos finais dos anos sessenta-década inicial dos anos
setenta, setor de redação de referenciada emissora de rádio da capital baiana
“anos duros da propalada revolução”. No que reconheço hoje a atitude de alguns
militares os quais resolveram reunir forças para tirar o país de uma provável
guerra no sair do campo ideológico para e de fato, uma guerra civil
institucionalizada.
Só
que houve abusos e excessos dos que e sem nenhum patriotismo, procuraram se
aproveitar do oportuno momento, no procurarem se dá bem em tudo falando. E o
que foi pior, pessoas de altas graduações nas forças armadas e como também nas
instituições federativas. Lembro-me muito bem que as notícias e opiniões
pessoais além de vigiadas eram censuradas e quem quisesse que não obedecesse.
Nessa
época, “época da revolução” as delações já existiam e saídas dos porões, sob
gritos, pau de araras, chicotadas, humilhações, choque elétricos nas partes
intimas das mulheres dos homens sequestrados a plena luz do dia em ruas e
avenidas do país e levados para os porões no levarem beliscões nos seus
respectivos “sacos” e cujo instrumento em vez das unhas, utilizavam
afinadíssimas alicates
Pois
bem naquela época, as delações nada tinham a haver com as de hoje, no que e quase
sempre acontecem no atendimento às corporações paralelas que quase sempre
navegavam num mar de fantasias ou lama mesmo no proporcionar aos fantoches uma
constituinte formalizada no país e
no atendimento dessas corporações, as quais
mandam e desmandam enquanto outra não for procedida no país.
As
delações dessa época, não era para defender ou acusar mensaleiros e sim para
criminalizar pessoas com ideias contrárias politicamente falando de interesses
corpóreos sustentados pela junta militar e ainda tem mais, as quais torturava e
matavam, os delatados, em nome de quem mantinha limpeza da cidadania no país.
Pessoas eram mortas das mais diversas formas e até jogadas “comentava” dos
aviões da força aérea, por uma instituição criada no sentido de fazer e
acontecer com os cidadãos e cuja denominação levava o nome de PARASAR’
Assim
sendo, fiquem pasmos aqueles que não colocaram ainda as páginas das
Por
> MM Souza

Nenhum comentário:
Postar um comentário