quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Novos Prefeitos e Pandemia Virótica

Cá com os meus botões e pelo que observo no presente momento ou melhor dizendo; num momento que o mundo encontra-se quase virado de ponta cabeça diante de uma desgraça promovida até então, não se sabe de onde veio. Programada ou não, o invisível inimigo chegou forte e para arregaçar com todos os padrões e conceitos até então no mundo existente.

Certo é que, pegos de surpresas consideradas poderosas nações existentes no planeta, muitas delas pegas de surpresa, outras tantas ficaram tão fragilizadas econômica e administrativamente, mais parecendo um tigre de papel ao vento. Assim sendo as mais fracas, essas então precisaram e ainda estão dependendo de ações humanitárias promovidas pelos anteriormente consideradas “vozes do mundo” e assim sendo nós digo; o continente como um todo, incluindo o considerado gigante Brasil, por falta absoluta de direcionamento técnico sanitário, tem pago um preço além da conta economicamente e principalmente em perdas humanas.

Como o COVID-19 chegou se espalhando, sem mostrar a sua face, os dirigentes foram pegos no contar apenas com não balizados discursos, “foram os mesmos pegos de calças curtas” e sequencialmente envolvendo as administrações publicas territoriais e por último as da da ponta final, se tratando dos gestores municipais. E e para completar as suas agonias, promoveram eleições ao meu ver num inoportuno momento. E nesses troca, trocas os eleitos pegaram abacaxis sem igual. Com recursos e administrações fragilizadas por conta das surpresas viróticas, os novos gestores até a presente data, não conseguiram ajustar as suas respectivas administrações, faltando dinheiro para tudo já que as rapas dos tachos, foi parar no já considerado fragilizados sistemas de saúde.

Por aqui envolvendo a região Sul-Extremo Sul do estado da Bahia, os novos prefeitos não conseguiram até a presente data, sequer harmonicamente colocarem na pratica os seus respectivos considerados postos nomeando-os como primeiro escalão, para dai então, colocar a máquina para funcionar no seu pleno vapor.

Ou seja; a maioria dos eleitos conduzem as suas respectivas administrações “no tapa”, enrolando e sendo enrolado que nem charuto na boca de bêbado.

Em se tratando do assunto; por hoje basta por ainda não se saber até quando vai perdurar essa maldita pandemia. Por > MM Souza.           

Nenhum comentário:

Postar um comentário