Certo é que, pegos de
surpresas consideradas poderosas nações existentes no planeta, muitas delas
pegas de surpresa, outras tantas ficaram tão fragilizadas econômica e
administrativamente, mais parecendo um tigre de papel ao vento. Assim sendo as mais
fracas, essas então precisaram e ainda estão dependendo de ações humanitárias
promovidas pelos anteriormente consideradas “vozes do mundo” e assim sendo nós
digo; o continente como um todo, incluindo o considerado gigante Brasil, por
falta absoluta de direcionamento técnico sanitário, tem pago um preço além da
conta economicamente e principalmente em perdas humanas.
Como o COVID-19 chegou se
espalhando, sem mostrar a sua face, os dirigentes foram pegos no contar apenas
com não balizados discursos, “foram os mesmos pegos de calças curtas” e
sequencialmente envolvendo as administrações publicas territoriais e por último
as da da ponta final, se tratando dos gestores municipais. E e para completar
as suas agonias, promoveram eleições ao meu ver num inoportuno momento. E nesses
troca, trocas os eleitos pegaram abacaxis sem igual. Com recursos e
administrações fragilizadas por conta das surpresas viróticas, os novos
gestores até a presente data, não conseguiram ajustar as suas respectivas
administrações, faltando dinheiro para tudo já que as rapas dos tachos, foi parar
no já considerado fragilizados sistemas de saúde.
Por aqui envolvendo a
região Sul-Extremo Sul do estado da Bahia, os novos prefeitos não conseguiram
até a presente data, sequer harmonicamente colocarem na pratica os seus
respectivos considerados postos nomeando-os como primeiro escalão, para dai então,
colocar a máquina para funcionar no seu pleno vapor.
Ou seja; a maioria dos eleitos
conduzem as suas respectivas administrações “no tapa”, enrolando e sendo
enrolado que nem charuto na boca de bêbado.
Em se tratando do assunto;
por hoje basta por ainda não se saber até quando vai perdurar essa maldita
pandemia. Por > MM Souza.


