sexta-feira, 1 de março de 2019

Hobin Hood a brasileira

Hobin Hood "A brasileira"
Tido e idolatrado pela maioria dos ignorantes brasileiros “gente sem pai, sem filho ou mãe”. O ex general da banda, digo; do Ministério Público Nacional.
Após quase acabar com o PT colocando o seu dirigente maior, “por ciúmes” ou incapacidade de lá aonde o ex- presidente Lula chegou.  Na sua condição de carrasco, midiaticamente no contar com uma mídia corporativa e politicamente instalada no país, encontra-se caminhando o mesmo e a passos largos na direção do ostracismo e passo a passo caminhando pelos caminhos do esquecimento nas páginas brancas da história do país. 
Obviamente que e com o seu certificado de Advogado, poderá sobreviver, mesmo sendo esquecido ou citado pela historia do país como ex magistrado, reconhecido apenas como vilão nas suas intenções de ser visto e reconhecido como o Robin Hood da nação brasileira.
Para melhor entendimento observe texto abaixo gerado pelo referenciado saite. Brasi247.com.br    

247 - Convidado por Bolsonaro para dar um tom 'anticorrupção' no governo e demarcar uma linha institucional de perseguição ao ex-presidente Lula, Sergio Fernando Moro mergulhou na zona obscura do bolsonaismo manipulável, ostentando um discurso flácido e tutelado por pressões de segmentos ultraconservadores. A desoneração de Ilona Szabó marca em definitivo sua descida de patamar: Moro encolheu e virou funcionário de Bolsonaro. 

O desgaste do ministro da Justiça - que chegou a ser chamado de "super ministro" - é visível não só pelos trading tópicos no Twitter que debocham de sua subserviência, mas aos gestos e atos do cotidiano incrustado nos interstícios do poder. Moro voltou atrás na sua ex-sólida posição sobre crime de caixa dois, compreensão que, a rigor, serviu apenas para perseguir Lula e ascender a um cargo no Executivo. 
Moro está pressionado. Foi-se por completo a leitura de que ele poderia entrar na linha sucessória de Bolsonaro, representando a 'força' e a 'disciplina judicial'. Seu nome cai, agora, no vazio pantanoso dos ministros exóticos de um governo politicamente moribundo. O ex-juiz faz companhia intelectual a Damares Alves, Ricardo Velez Rodrigues e Ernesto Araújo. 

O refugo na nomeação de Szabó, a rigor, chocou o que lhe restava de credibilidade, ainda que difusa e decorrente de ressentimento e ódio ao PT. Setores da magistratura brasileira, quase que em unanimidade, rechaçaram seu projeto anticrime como um arremedo técnico e uma senha para explosões de violência em um país já tomado pelo caos na segurança pública. 

A carreira política de Sergio Moro entra agora em estado de stand by. Como não é mais um magistrado - uma vez que pediu exoneração da carreira pública para aceitar um cargo político, resta saber seu destino pós-lambança. 
Numa coisa, Moro obteve sucesso pleno: ele faz parte agora em definitivo do governo Bolsonaro. É, por assim dizer, um bolsonarista de carteirinha. 
Por> MM Souza.


Nenhum comentário:

Postar um comentário