![]() |
| Hobin Hood "A brasileira" |
Após quase acabar com o PT colocando o seu dirigente maior, “por ciúmes”
ou incapacidade de lá aonde o ex- presidente Lula chegou. Na sua condição de carrasco, midiaticamente no
contar com uma mídia corporativa e politicamente instalada no país, encontra-se
caminhando o mesmo e a passos largos na direção do ostracismo e passo a passo caminhando pelos caminhos do esquecimento nas páginas brancas da história do país.
Obviamente que e com o seu certificado de Advogado, poderá sobreviver, mesmo sendo esquecido ou citado pela historia do país como ex magistrado, reconhecido apenas como vilão nas suas intenções de ser visto e reconhecido como o Robin Hood da nação brasileira.
Obviamente que e com o seu certificado de Advogado, poderá sobreviver, mesmo sendo esquecido ou citado pela historia do país como ex magistrado, reconhecido apenas como vilão nas suas intenções de ser visto e reconhecido como o Robin Hood da nação brasileira.
Para melhor entendimento observe texto abaixo gerado pelo referenciado
saite. Brasi247.com.br
247 -
Convidado por Bolsonaro para dar um tom 'anticorrupção' no governo e demarcar
uma linha institucional de perseguição ao ex-presidente Lula, Sergio Fernando
Moro mergulhou na zona obscura do bolsonaismo manipulável, ostentando um discurso
flácido e tutelado por pressões de segmentos ultraconservadores. A desoneração
de Ilona Szabó marca em definitivo sua descida de patamar: Moro encolheu e
virou funcionário de Bolsonaro.
O
desgaste do ministro da Justiça - que chegou a ser chamado de "super
ministro" - é visível não só pelos trading tópicos no Twitter que debocham
de sua subserviência, mas aos gestos e atos do cotidiano incrustado nos
interstícios do poder. Moro voltou atrás na sua ex-sólida posição sobre crime
de caixa dois, compreensão que, a rigor, serviu apenas para perseguir Lula e
ascender a um cargo no Executivo.
Moro
está pressionado. Foi-se por completo a leitura de que ele poderia entrar na
linha sucessória de Bolsonaro, representando a 'força' e a 'disciplina
judicial'. Seu nome cai, agora, no vazio pantanoso dos ministros exóticos de um
governo politicamente moribundo. O ex-juiz faz companhia intelectual a Damares
Alves, Ricardo Velez Rodrigues e Ernesto Araújo.
O
refugo na nomeação de Szabó, a rigor, chocou o que lhe restava de
credibilidade, ainda que difusa e decorrente de ressentimento e ódio ao PT.
Setores da magistratura brasileira, quase que em unanimidade, rechaçaram seu
projeto anticrime como um arremedo técnico e uma senha para explosões de
violência em um país já tomado pelo caos na segurança pública.
A
carreira política de Sergio Moro entra agora em estado de stand by. Como não é
mais um magistrado - uma vez que pediu exoneração da carreira pública para
aceitar um cargo político, resta saber seu destino pós-lambança.
Numa
coisa, Moro obteve sucesso pleno: ele faz parte agora em definitivo do governo
Bolsonaro. É, por assim dizer, um bolsonarista de carteirinha.
Por>
MM Souza.

Nenhum comentário:
Postar um comentário