quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Falsos profetas e deveres sagrados

Sem querer passar a condição de teólogo apenas em conformidades com o meu ócio, desejo e na minha infinita bondade e sapiência alertar aos que se ‘acham’ conduzidos por verdadeiros, quando e na verdade não passam de ovelhas negras nos seus mais diversos rebanhos, são os que cegamente se confortam em cegamente seguirem orientações de falsos profetas, os quais nas suas cegas obediências se comportam como o fizera, os que se diziam seguidores de Cristo, que e no abusarem de sua infinita bondade, procediam contrariamente o ungindo e verdadeiro pregador, repassava no encaminhá-los nas suas caminhadas pelos caminhos da verdade, caminhos indicado pelo supremo e verdadeiro PAI.

Assim nos reportamos na condição de também ‘pecador’ por vivenciarmos num mundo pecaminoso objetivando alertar aqueles que se dizem cristãos e que mal orientados além de desorientados por falsos pregadores, seguem cegamente as suas recomendações no pensarem se encontrarem agindo  imbuído de sua boa fé, que as luzes de fato iluminem no seguirem os verdadeiros caminhos indicados pelo Supremo Mestre maior DEUS. Quando e na verdade estão sendo usados por falsos profetas, no se dizerem pertencentes a uma casta divina, na condição de representante ‘do ordenamento’ e a caminhar pelos caminhos por onde caminharam os bons samaritanos’, quando e na verdade, não passam de mentecaptos, verdadeiros  ‘paus’ mandados usando os seus artifícios mandando-os para o sacrifícios, sacrifício como ocorrido com as manadas encaminhadas para o precipício.

Assim sendo me reporto aos bons samaritanos, que e pela luz e pela graça, retirem as suas vendas colocadas por esses vendilhões de mercadorias nas portas e interiores dos templos e cujos comportamentos mercantilistas possuem os mesmos como único objetivo, arrecadar fundos, fundo para a construção de suas estatuas, seus bezerros de ouro.

Portanto cidadãos, no momento de depositar o seu voto, proceda como se estivesse a depositar na urna o sagrado envelope do dízimo, dízimos destinados as boas e nobres causas, causas do bem, causas que de fato  ajude construir as verdadeiras obras, não mais uma contribuição para construir o enriquecimento daqueles que se dizem do bem, se dizem bons samaritanos, quando e na verdade não passam de vendilhões de almas, como fizera os habitantes de Sodome Gamorra.

Que as chamas do alerta advindo do Divino ilumine as suas vistas, seus cérebros no momento de depositar o seu ‘envelope’, na urna. Santificado voto iluminado pela divindade e não o voto indicado pelos falsos profetas. Que esses cidadãos ao retornarem a seus lares pós dever cumprido no exercitar das suas cidadanias, os anjos digam AMÉM.  Por > MM Souza.        

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