sexta-feira, 10 de agosto de 2018

E o novo presidente?

O que o povo, digo; ”o verdadeiros povo, os não apátridas”, espera de fato do novo presidente da república democrática mente eleito através do seu sagrado dever enquanto cidadão.
No que entende-se que na atual conjuntura e do jeito que conseguiram bagunçar em nome das pessoinhas, suporte maior e desestabilizador de um processo democrático pleno ainda em andamento. Hum processo que ainda se encontrava amadurecendo no país pós primeiro golpe de 1964. Na verdade, após uma quartelada chamada de revolução. Daí seguiu-se por quase três décadas e por último um golpe ‘branco’ conspiratório, incentivado por forças externas alheias a soberania nacional.
Assim sendo, entende-se que a nação precisa ser constitucionalmente reavaliada e até mesmo passada a limpo num novo modelo de governabilidade. Para tanto, seria necessário uma profunda pesquisa junto ao seu povo, avaliada e modelada perante os mais avançados países cujas constituições, foram confirmadas e prosseguidas no mundo contemporâneo, avaliada até mesmo do que existe de melhor nas promulgações mais antigas, que comprovadamente vem dando certo. 

No procurar encontrar-se de fato os caminhos da paz e do amor teria o país que reunir reconhecidos e habilitados juristas, nacionais e internacionais, no sentido de corrigir os ‘entendimentos pessoais’ existentes numa constituição que fora modelada imediatamente após a reabertura dentro de uma nova ordem democrática, no contar com a participação de políticos e juristas afinados com as instituições antidemocráticas até então campeando pelo país, responsáveis pelos ajustamentos de exceções, pelo foto da e sua grande, 'para não dizer absoluta' maioria, comprometida com as imperiosas forças armadas, as quais desastrosamente administrara o país, por quase três décadas. Cujas leis, fora modeladas no período da pós reabertura e desta forma tudo cabendo recursos e ao livre arbítrio além de entendimento da magistratura. 

- Bom, neste caso, teria de se promover uma reforma geral ampla e irrestrita na então 'nova-velha' constituição, a qual fora modelada e aprovada após a abertura política do país nos anos 80. No que deveria ser observada dentro do novo modelo, para o detalhe maior; que fosse destacado o resgate da casa das leis magnas do país, submetendo a atual  magistratura federativa, a os novos conceitos em conformidade com a realidade localmente e universal. E desta forma dando espaço para que todos os representantes oficiais das leis, não fossem constituídos a partir de um víeis político e sim, por competência técnica com e exigindo periódicas avaliações para que fossem 'como técnicos', seletivamente contratados e para o caso que não tivessem nenhuma suspeição no decoro no exercitar de suas atribuições, fizesse uma reavaliação para uma ultima contratação, sob o crivo de um também avaliado e isento congresso nacional considerando-se os fundamentais princípios básicos de que ninguém esteja acima das leis, por qualquer que seja as suas razão.

Aí sim, o país voltaria constitucionalmente, ser respeitado no ser regido pelas tábuas da lei, leis que fizera de Moisés, o que representa o livro sagrado modelado por um de fato, supremo ser  como eternamente revelado no livro dos livros respeitado nos dias de hoje e para sempre. Por MM> Souza.  

     

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