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| Casal Moro e cia. em uma de suas tiradas nos States |
A mala se fora, ao passo que a cuia ficara por aqui e não se sabe até quando, obviamente até que o seu marido Sérgio Moro arrume uma excelente pensão compulsória por conta dos 'babacas' brasileiros, os quais trabalharão o resto de suas vidas para alimentar a sua nababesca vida de juiz, tomando mamadeira no colo do Tio. E como a mala já fora despachada, com certeza a cuia ira posteriormente.
Gozando de 'merecidas' férias, fora o mesmo passar férias em Portugal, que l entre queijos, cávias, salmões e vinhos das mais especiais safras, ex que o mesmo recebera mensagens dos carcereiros 'carrascos' do ex presidente Lula. Recebera o mesmo mensagem dizendo que o seu cachorrinho de estimação se encontrava próximo a porta da rua sob ordenança de um desembargador plantonista.
No que imaginamos a fúria do mesmo sob efeito de algumas taças do puro vinho degustado naquele instante. Acredita-se a essa altura, o mesmo haver subido nos tamancos a la portuguesa, com certeza que e mesmo se encontrando afastado de suas funções, mesmo sem condição de proceder qualquer assunto relacionado e sob o manto do Tio, ordenara que não soltasse o 'seu' vira
latas das amarras, senão o Tio, ficaria furioso.
Não satisfeito com o castigo imposto ao seu cachorrinho de estimação "Lula", qual na sua força desajuizada entre mandos e desmandos junto a operação denominada ”Lava Jato”, mesmo assim ainda encontra força corpórea para fazer e acontecer, em nome das suas leis, como no passado que a constituição fora abandonada, e os golpistas da época governara o país por décadas sob atos institucionais elaborados aos seus prazeres.
Ao passo que o ex-presidente já se encontrava quase na porta da rua e assim sendo, o magistrado mesmo de férias, enviara uma contra ordem diretamente de Portugal, o qual e mesmo como juiz, função menor que a de desembargador, intimara os fiéis cães de caça da PF, levá-lo imediatamente ao seu cubículo, além de determinar o encurtamento da coleira e quiçá até mesmo amarrando-o com corda curta ao pé de sua cama e desta forma, não dando chance para que o mesmo ganhe a porta da rua onde se encontra confinado.
E assim sendo impossibilitando a saída do seu cachorrinho de estimação chamado ‘Lula’. Obviamente telegrafando um recado, avisando-os para não mais incomodá-lo, interrompendo assim os seus petiscos regado a bofe, desculpem, a bofe não, vinho da mais fina safra lusitana. Por> MM Souza.

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