sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Guerra ou Paz?

Como se não bastassem as guerras fomentadas no Oriente Médio, na África e na Ásia os ‘poderosos’ do mundo se voltam para o continente Latino Americano e como se as guerras promovidas levando a perdas de vidas no Afeganistão Iraque e por último a Síria, oportunidade que quase meio milhão de almas humanas envolvendo crianças, jovens e idosos ficaram no sacrifício extremo, além de colocar milhões de pessoas com suas trouxas nas suas respectivas cabeça e a perambular pelo mundo a fora, agora se voltam esses para o continente latino americano já que as quarteladas promovidas no passado não deram certo. No que e com a perda da hegemonia os americanos do norte se voltam no sentido de ‘incendiar’ o continente.
Suas armas ficaram velhas e ultrapassadas nos seus respectivos estoques, seus pátios e agora precisam ser renovadas e assim sendo, o continente latino seria o lugar indicado para desová-las, custe o que custar, quer seja em vidas humanas ambientais e mais parecendo que a guerra do ‘pequeno Vietnã’, não foi suficiente para o aprendizado de suas lições, lições que não devamos menosprezar quem quer que seja e muito menos meter o bedelho aonde não se deve.
As fomentadas intrigas e até ingerências são silenciosamente articuladas além de planejadas, nas caladas da noite e nesse caso, a Amazônia faz parte desse projeto e com certeza, aí estar o x da questão. As lições do Vietnã, não foram suficientes para entenderem que a Amazônia é parte integrante de um continente e cujas nações com certeza, não aceitarão intervenções diretas ou indiretas de quem quer que seja. No que se entende que é ai que mora o perigo, no transformá-la num teatro de ações intervencionistas utilizando o Brasil como cabeça de ponte.

Está na hora dos articuladores que enxergam o Brasil dessa forma, repensarem ‘não queremos aqui um Vietnã dos tempos atuais’, que avaliem e entendam que um pequeno grupamento na forma de guerrilha (ASFAC), não foram vencidos pelo poder das armas, que resistentes ao longo de décadas, houve estragos ao longo da demanda e não tão somente a própria selva, como e também a comunidade a que pertence incluindo milhares de vidas. 
 Um acordo envolvendo governantes e lideranças do grupo fora recentemente selado. Porém, os ‘filhos das selvas’ ainda continuam vivos e com as suas armas azeitadas. Por> MM Souza.          

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