Suas armas ficaram velhas e ultrapassadas nos seus respectivos estoques, seus pátios e agora precisam ser renovadas e assim sendo, o continente latino seria o lugar indicado para desová-las, custe o que custar, quer seja em vidas humanas ambientais e mais parecendo que a guerra do ‘pequeno Vietnã’, não foi suficiente para o
aprendizado de suas lições, lições que não devamos menosprezar quem quer que seja e muito menos meter o bedelho aonde não se deve.
As
fomentadas intrigas e até ingerências são silenciosamente articuladas
além de planejadas, nas caladas da noite e nesse caso, a Amazônia faz parte desse projeto e com certeza, aí estar o x da questão. As lições do Vietnã, não foram suficientes para entenderem que a Amazônia é parte integrante de um
continente e cujas nações com certeza, não aceitarão intervenções diretas ou
indiretas de quem quer que seja. No que se entende que é ai que mora o perigo, no transformá-la num teatro de ações intervencionistas utilizando o Brasil
como cabeça de ponte.
Está
na hora dos articuladores que enxergam o Brasil dessa forma, repensarem ‘não
queremos aqui um Vietnã dos tempos atuais’, que avaliem e entendam que um pequeno
grupamento na forma de guerrilha (ASFAC), não foram vencidos pelo poder das
armas, que resistentes ao longo de décadas, houve estragos ao longo da demanda e não tão somente a própria selva, como e também a comunidade a que pertence incluindo milhares de vidas.
Um acordo envolvendo governantes e lideranças do grupo fora recentemente selado. Porém, os ‘filhos das selvas’ ainda continuam vivos e com as suas armas azeitadas. Por> MM Souza.
Um acordo envolvendo governantes e lideranças do grupo fora recentemente selado. Porém, os ‘filhos das selvas’ ainda continuam vivos e com as suas armas azeitadas. Por> MM Souza.


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