domingo, 26 de abril de 2015

Eu e a Globo

Chega ser impressionante como a nossa passagem aqui na terra se torna tão rápida e o pior é que muitas pessoas não se dão conta disso, infelizmente. Baseado nessa premissa e na condição de profissional servidor da comunicação no decorrer das minhas caminhadas pelos palcos da vida, que e após alguns ensaios em outras atividades, “no ganhar experiências” e no procurar de fato uma atividade profissional que me alimentasse e também se coadunasse com os meus sonhos enquanto cidadão. Assim sendo cheguei às portas da comunicação social e cujas entradas, foram abertas por um primo que já se encontrava exrecitando atividades jornalísticas.

Atualmente aposentado na condição de reconhecido profissional, por haver o mesmo exercido e como única atividade pelo período de 4 décadas aos mais diversos além de referenciados veículo da radiofonia baiana na condição de jornalista, incluindo como parte do seu histórico, serviços prestados as assessorias de comunicação da governadoria do estado.

Encontrado os meus caminhos ainda jovem e após os naturais testes vocacionais e no ser admitido na redação de referenciado veículo da capital Salvador, oportunamente e no pleno exercício da atividade a mim fora legado por mérito, além do reconhecimento enquanto profissional do setor jornalístico, no que fora referendada a capacitação como tal e em conformidade com o decreto lei 972/69. E assim senodo, advindo o necessário reconhecimento profissional, considerando-me como apto no exercitar da atividade jornalística. No que e por sua vez, passadas algumas experiências, termina por credenciar-me no buscar de outros focos correlatos e neste caso excepcionalmente, no momento volto-me para a área literária. Atualmente com duas obras registradas e outra em fase de finalização. 

Inicialmente e no buscar de melhor capacitação seguir para o Centro Sul do país e me instalando a princípio na cidade do Rio de Janeiro determinado a me envolvera em outras áreas e voltando-me para a área técnico operacional-musical, lotado no setor de engenharia da “escola”, atualmente extinta Rede Tupi de Televisão. No que e após referenciar-me na atividade, convidado, seguir para Central Globo de Produções e onde permaneci por mais de uma década, no atendimento aos mais diversos núcleos da sua linha de produção. No que e na minha capacitação, servi a quase todos os núcleos baseados na então “dispersa” central produtiva, espalhada por quase todo o bairro do Jardim Botânico. 

Ainda no decorrer da minha passagem pela referenciada empresa, encontrava-me ainda como um dos seus servidores por ocasião das comemorações dos 20 anos da mesma. No que e mesmo “indiretamente”, tornei-me participativo na concepção-construção do seu complexo industrial denominado PROJAC.
Em se tratando de participação enquanto profissional, servi dentre outros núcleos de suas produ,ões aos setores de novelas, esporte, jornalismo e principalmente à sua linha de Shows e onde me credenciei com referencial publicamente reconhecido.

Destacando ainda, passagem pelo jornalismo-técnico, além de participação na grade de programação do ar, aonde tive a oportunidade de trabalhar "mesmo que e por breve período", na condição de integrante da equipe comandada por Armando Nogueira e Alice Maria, cuja estrela maior como ancora, se tratava do apresentador Cid Moreira, (Jornal Nacional). No que e oportunamente me reporto como haver sido de grande valia no meu aprendizado e cuja atividade jornalística, voltei abraça-la, a partir do momento que me desliguei da atividade técnica.

Por na mesma ainda trabalhar alguns referenciados contemporâneos colegas, no ocuparem destacadas posições é que unicamente em consideração aos mesmos oportunamente, presto a minha particular homenagem pela passagem comemorativa dos 50 anos da referenciada empresa.
Ressalvando - Entretanto, no finalizar esta deliberada homenagem, a observação de não me ajustar e muito menos afinar-me "enquanto cidadão", com as suas práticas "interferências jornalísticas", nos bastidores da política nacional. Assim e desta forma ficando entendido como; justa, porém hipapéticamente reconhecida como HOMENAGEM-PROTESTO.                                                                              Por MM Souza > “Som na Caixa”.         

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