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| Prefeito "Mascarado" |
Diante
ao meu vê dos desnecessários gastos promovidos pela prefeitura municipal do
Município de Eunápolis (Ba), relacionados a festejos promocionais pessoais, politicamente
falando, como o Pedrão por exemplo, oportunidade que são gastos faraônicos recursos
públicos, os quais e mesmo contando com os apoios da iniciativa privada, a
população “carente de tudo” não pode ficar satisfeita e muito menos omissa.
Verdade
é e como se não bastasse, o prefeito (sabonete) Guerrieri, mais uma vez e na
sua ostentação, promove mais uma desnecessária ação com o dinheiro público, no promover a
construção de um ato natalino e cuja construção agrega e por mais de 15 dias (somente
na sua montagem), algumas dezenas de pessoas envolvidas diretamente na sua
construção. Sem naturalmente contar os transtornos causados a comunidade ao
literalmente cercar uma praça por inteiro.
Alguém
perguntaria se tenho algo contra o prefeito. Eu diria que não, ao passo que contra o descomedido ato sim. Como aqui não
estamos a falar do cidadão e sim dos atos do prefeito, obviamente que e como “fiscal
porta-voz” da comunidade a qual pertenço, tenho todo o direito e na condição de
formador de opinião, mais ainda.
Certo
é que continuarei a falar das coisas que não se ajustam com a realidade dos
fatos cotidianos do município e principalmente, no tocante aos “atropelos” provocados
por choques culturais, coisas que muito vem ocorrendo no seu governo. Ai se
pergunta; Será que o prefeito por suas tendências ruralistas possuir aversão no tratar assuntos culturais?
Fica
aqui e no ar a pergunta, pelo fato do mesmo encontrar-se gastando o dinheiro
originário dos cofres publico no mínimo uma fantástica verba, no promover um
ato cultural originários de um lugar chamado Lapônia. Aliás, seria oportuno
perguntar ao amigo leitor “por acaso sabes a onde fica essa tal de Lapônia?”
Tá
aí então os porquês das nossas colocações em se tratando de cultura, quando e
na verdade deveria o mesmo encontrar-se valorizando os artistas e fomentadores existentes
na cultura local.
Falei
disse, está dito e não volto atrás.

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