sábado, 6 de dezembro de 2014

Gestão Pública > Prefeito Escorregadio

Prefeito "Mascarado"
Diante ao meu vê dos desnecessários gastos promovidos pela prefeitura municipal do Município de Eunápolis (Ba), relacionados a festejos promocionais pessoais, politicamente falando, como o Pedrão por exemplo, oportunidade que são gastos faraônicos recursos públicos, os quais e mesmo contando com os apoios da iniciativa privada, a população “carente de tudo” não pode ficar satisfeita e muito menos omissa.
Verdade é e como se não bastasse, o prefeito (sabonete) Guerrieri, mais uma vez e na sua ostentação, promove mais uma desnecessária ação com o dinheiro público, no promover a construção de um ato natalino e cuja construção agrega e por mais de 15 dias (somente na sua montagem), algumas dezenas de pessoas envolvidas diretamente na sua construção. Sem naturalmente contar os transtornos causados a comunidade ao literalmente cercar uma praça por inteiro.

Alguém perguntaria se tenho algo contra o prefeito. Eu diria que não, ao passo que contra o descomedido ato sim. Como aqui não estamos a falar do cidadão e sim dos atos do prefeito, obviamente que e como “fiscal porta-voz” da comunidade a qual pertenço, tenho todo o direito e na condição de formador de opinião, mais ainda.

Certo é que continuarei a falar das coisas que não se ajustam com a realidade dos fatos cotidianos do município e principalmente, no tocante aos “atropelos” provocados por choques culturais, coisas que muito vem ocorrendo no seu governo. Ai se pergunta; Será que o prefeito por suas tendências ruralistas possuir aversão no tratar assuntos culturais?

Fica aqui e no ar a pergunta, pelo fato do mesmo encontrar-se gastando o dinheiro originário dos cofres publico no mínimo uma fantástica verba, no promover um ato cultural originários de um lugar chamado Lapônia. Aliás, seria oportuno perguntar ao amigo leitor “por acaso sabes a onde fica essa tal de Lapônia?”

Tá aí então os porquês das nossas colocações em se tratando de cultura, quando e na verdade deveria o mesmo encontrar-se valorizando os artistas e fomentadores existentes na cultura local.

Falei disse, está dito e não volto atrás. 

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